Amor como uma rocha: pegue em minha mão e segure firme! – esse você precisa ler e compartilhar!

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Havia uma tribo indígena muito antiga, depois de uma intensa batalha com um grupo oponente onde a maioria dos guerreiros e familiares haviam morrido, sobraram apenas o Pajé, o homem mais sábio da tribo e mais dois casais recém casados.



Certo dia, depois que se seguira a intensa batalha, o Pajé resolveu analisar as duas famílias, numa das cabanas estavam o primeiro casal, eles brigavam entre si por causa da comida e da farinha que acabara da panela de barro, tinham em seus semblantes raiva e egoísmo, a discussão era tão feroz que eles nem perceberam o Pajé a observá-los!

O Pajé então decidiu encaminhar-se ao segundo casal… Eles estavam juntos,sorriam um para o outro, beijavam-se carinhosamente e o homem segurava fortemente a mão de sua esposa…

Em um ano de casamento o Pajé decidiu acompanhar esses casais, notou que a medida do tempo o primeiro casal brigava cada dia mais, com a chegada dos filhos foi pior ainda.


Já o segundo casal quanto mais convivia entre si, mais amor brotava em seus corações e com a chegada dos filhos o amor se fortaleceu, quando surgia uma doença entre eles, um cuidava do outro com afeto e dedicação; já o casal briguento, o egoísmo falava tão alto que não podiam oferecer a mão, quando o outro ficava enfermo…

O Velho índio Pajé resolveu chamá-los para a roda da fogueira. Sentados prestaram atenção ao que o índio fazia. Então o índio disse: “unam suas mãos com a do seu cônjuge”, ambos os casais uniram. Então rapidamente o índio colocou as mãos dos casais que estavam entrelaçadas, dentro do fogo… Deixou por alguns segundo e observou com seus olhos atentos.

O primeiro casal logo gritou e soltaram as mãos um do outro, soprando sem parar, já que sem a permissão do índio não podiam retirar-se para longe da fogueira.


O segundo casal permaneceu com as mãos unidas, enquanto o fogo consumia-lhes a carne e queimavam suas peles e pelos. O índio jogou água na fogueira, apagando-a e o casal ainda permanecia com as mãos unidas.

O primeiro casal olhou surpreso.

O índio disse: “Um casal forte é aquele capaz de sofrer no fogo ardente, ainda que se queimem, não são capazes de abandonar um ao outro para minimizar a dor que os consome, eles permanecem até o fim, ainda que feridos”!

O índio olhou para o segundo casal que havia se mantido firmes e disse: “Meus parabéns, eu tenho certeza que vocês serão capazes de possuírem grande herança aqui e em outra vida”!

Olhando para o primeiro casal briguento disse: “Envergonho-me da forma que procedem entre si, pois no primeiro sinal de tempestade, vocês se afastam e não prestam o socorro devido para salvar a pele do outro. São egoístas e só pensam em si mesmos. Isso não é amor”!

“Se continuarem dessa forma não conseguirão ir para muito longe”!

Amor é isso…

Estar disposto e suportar as adversidades que surgem… Doença, perdas, fracassos, lágrimas, feridas, traumas, dificuldades, problemas, e suportar muito bemtoda a dor que surge! Suportar com as mãos entrelaçadas, com a viva esperança de que surgirá um novo dia, um novo horizonte que ainda está por vir, sem medo dos monstros, das pedras ou dos obstáculos, jamais desistindo de continuar juntos! Isso é amor!

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Fonte: Fina e Rica

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