Pai solteiro adota criança com síndrome de Down recusada por sete famílias

O desejo de ter uma família é algo que move muitas pessoas. Encontrar um parceiro de jornada, estabelecer a vida juntos e começar uma família é o sonho de muitos de nós, porque nos traz realização, felicidade, amor e companhia.

Os filhos são uma parte essencial na grande maioria das famílias, porque são o fruto do amor de um casal, e desde o momento que chegam ao mundo, trazem mais luz, propósito e amor para as vidas dos pais. No entanto, não apenas os filhos gerados por nós podem transformar nossas vidas, a adoção é uma maneira linda de criar a própria família para si mesmo e ao mesmo tempo presentear uma pessoa, que por muito tempo esteve sozinha, com muito amor e cuidado.

Infelizmente, muitas crianças são rejeitadas por famílias em filas de adoção, e esse foi o caso de Alba, que com 7 dias de vida já tinha sido rejeitada por 7 famílias por ser portadora de Síndrome de Down, uma doença que causa atrasos de desenvolvimento e intelectuais.

No entanto, ela teve um final feliz, quando Luca decidiu adotá-la mesmo sendo solteiro.

Luca Trapanese sempre quis adotar uma criança especial e, mesmo depois do fim de seu relacionamento, o desejo de manteve vivo. Ele teve a oportunidade de conhecer Alba e logo no primeiro contato, quando segurou a menina pela primeira vez, sentiu que tinha sido destinado a se tornar o seu pai. E Alba é um doce, linda, com olhos azuis e cabelos loiros!

Atitudes como essa são muitas vezes julgadas negativamente, por isso Luca explica que não tomou a atitude de adotar a linda menina para se tornar popular ou para receber elogios, mas sim porque sempre teve uma conexão muito especial com crianças especiais, principalmente depois de ter trabalhado em projetos sociais:

“Desde que eu tinha 14 anos, fui voluntário e trabalhei com deficientes, então pensei que tinha as ferramentas certas para fazer isso”.

Adotar é um processo muito complicado e por vezes demorados, mas Luca conseguiu um registro especial que lhe permite adotar crianças com condições especiais de saúde mesmo sendo solteiro.

Hoje ele vive muito feliz com a menina! Tornaram-se uma família e dividem momentos especiais juntos.

O amor, dedicação e persistência de Luca nos ensina que todos nós temos o nosso valor e que a família não é composta de pessoas perfeitas, mas sim de pessoas comprometidas em fazer o bem umas pelas outras, aceitando as diferenças e focando no que realmente importa, a felicidade compartilhada.

Muitas vezes perguntam a ele se a presença materna não fará falta para a menina, e sua resposta é: “Acho que Alba será uma criança feliz, como eu sou com ela ao meu lado”.

Um exemplo lindo de amor incondicional!

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