Amor

Se ame em primeiro lugar e só depois se abra para amar outras pessoas

CAPA Se ame em primeiro lugar e so depois se abra para amar outras pessoas

Mais essencial do que a compaixão, o amor-próprio é a nossa principal fonte de poder diário.



A aceitação própria é o ponto de partida para quem almeja a felicidade plena. Reconhecer os seus defeitos, as suas características e o seu jeito de encarar a vida são itens essenciais nesse árduo processo.

Embora pareça algo egoísta, uma vez que estamos decidindo algo voltado exclusivamente para nós mesmos, os psicólogos afirmam que esse tipo de decisão se faz necessário para que possa ser mantido o equilíbrio interno e, dessa forma, desfrutarmos de uma vida saudável e próspera.

Quem não é capaz de amar a si próprio não tem também o dom e a capacidade de amar o outro.


O ser humano é, por natureza, um ser extremamente social, que necessita constantemente de um contato direto com outros indivíduos para evoluir, para aprender, experienciar e buscar novos caminhos.

O amor-próprio é um exercício longo e que demanda prática diária. Ajuda não apenas a nos sentir melhores, mas principalmente a lidar com a insegurança, a desmotivação e a baixa autoestima.

A falta do amor-próprio também impacta diretamente nos nossos relacionamentos amorosos. Pessoas que não são capazes de se aceitar não conseguem ter romances duradouros. De um modo geral, sofrem de crises de ciúme extremo e até doentio por conta da falta de segurança em relação ao parceiro, e ainda são submetidas a atitudes ruins e facilmente dominadas por seu par amoroso.

Também se tornam intoleráveis e deprimidas, já que não dispõem do poder mágico da autoestima, e condenadas portanto a uma vida absolutamente negativa e muito longe da desejada felicidade plena.


Sempre se recomenda o auxílio de um profissional da psicologia para aprender a lidar com a sua aceitação e dar início ao processo de construção do amor-próprio.

Esse reconhecimento, quando completo, só traz benefícios para o indivíduo. Melhora o seu desempenho no trabalho, nos estudos e, principalmente, nos relacionamentos familiar, profissional e amoroso.

Reconhecer a sua essência é fundamental para uma vida pluralmente feliz.

É essencial compreender que a perfeição não existe e, ao mesmo tempo, transformar os seus defeitos em ferramentas que possam construir sua característica pessoal positiva e usá-la em benefício próprio, e não mais conforme a vontade do outro.


Somos seres únicos, até mesmo aqueles que são apontados como gêmeos idênticos possuem uma ou outra diferença, algo que os torna únicos, seja essa física ou comportamental.

Devemos viver sem nos importar com o que vão dizer lá fora, devemos ter um pouco de egoísmo e pensar no nosso bem maior, e executar aquilo que nos faz felizes, sem vergonha, sem abaixar a cabeça.

É verdade que ninguém acorda feliz todos os dias, todos nós temos dias ruins, é parte da rotina, é a consequência da vida propriamente dita. E isso exige de nós o autocontrole e clama por aquela força mágica chamada de amor-próprio.

A psicologia cita algumas coisas que podemos fazer para obter o amor-próprio, como parar de buscar a confiança do outro, encerrar aquela conversa íntima negativa e perturbadora e mudar a forma como nos relacionamos com nós mesmos.


Por outro lado, para a construção da autoestima, é preciso primeiro descobrir e elencar seus pontos fortes, depois praticar a autocompaixão e, por fim, viver com gratidão e espírito alegre.

Perdoar-se, aprender a dizer “não”, cuidar dos seus hábitos, estabelecer resoluções e limites, priorizar suas necessidades, criar uma consciência própria e positiva e manter o autocontrole.

Seguindo essas dicas, é possível construir uma autoestima elevada e, como consequência, obter o amor-próprio, e assim viver feliz.


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