Este artigo é duro, mas fazer o que?

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Uma das maiores doenças da sociedade é a inversão de valores. Eu fui militar por 2 anos. Lá, a grande coisa era quem trabalhava menos.



Entre os mais jovens (nem todos) grande coisa é quem bebe mais ou quem consome drogas ou quem chifra mais a namorada.

No ambiente de trabalho, essa inversão ocorre quando a grande coisa passa ser o emprego estável, ainda que sem perspectiva, que tenha salário fixo, sem riscos ou sem pressão e cobranças.

O ticket, o vale transporte ou outra porcaria qualquer que se invente pra se chamar de “benefício” é percebido pela grande massa como de mais valor do que a remuneração variável, o bônus, o prêmio por performance ou comissionamento.


A inversão de valores está presente em todas as partes, formando seres humanos deformados, profissionais fracos, pais ausentes, endividados pelo consumismo, fracassados por suas escolhas e inseguros por terem perdido a sua identidade.

Não quero ser trágico neste artigo, mas como o que aqui se planta, aqui se colhe, o sucesso em todas essas áreas é para uma minoria “boba”, “careta” e “bitolada” que ainda acredita que vale a pena trabalhar, acredita ao invés de desconfiar, que tem esperança ao invés de reclamar e que busca ter sucesso em todas as áreas de suas vidas.

Sem abandonar a família, mas sem usá-la como desculpa para não trabalhar forte para alcançar o seu objetivo num fim de semana ou feriado, se necessário. Sem abandonar a ética, mas sem usar a desculpa de que os fins justificam os meios. Aliás, os fins não justificam o meios.


Para esta minoria boba, está reservado o sucesso e para maioria esperta, nada está reservado. Eles daqui a pouco vão perceber onde eles já estão e de onde eles jamais sairão. O tempo não volta atrás e não perdoa.

 

Flávio Augusto

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