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Desafios para uma vida melhor

Demorei cinquenta anos para perceber que não há coincidências na vida – nem mesmo nas circunstancias do nosso nascimento – e que as coisas que encaramos como tragédias podem não o ser, a menos que realmente desejemos considera-las assim. Quando optamos por encarar as tragédias como chances ou oportunidades de crescimento, descobrimos que elas são também desafios e sinais necessários para que haja mudança em nossa vida.



Quando uma pessoa está no fim da vida e olha para trás, não para os dias fáceis, mas para aqueles dias de tormentas da vida, ela percebe que foram exatamente os dias difíceis que a tornaram o que ela é hoje. Isso se assemelha o que alguém disse certa vez: “é como colocar uma pedra numa britadeira. Você pode sair despedaçado ou polido”.

Dizemos que uma pessoa é como casulo de uma borboleta. O casulo é o que ela vê no espelho. É apenas uma morada temporária do seu eu real, quando esse casulo fica irrecuperavelmente danificado, a pessoa morre, e o que acontece é que o casulo, constituído de energia física, vai – simbolicamente falando – libertar a borboleta.

Porque se vivermos bem, jamais teremos medo de morrer. A morte é o maior prazer que nos aguarda. Nunca devemos nos preocupar com ela, mas sim com o que fazemos hoje. Se hoje fizermos a melhor escolha em tudo, não apenas em nossos atos, mas também em nossas palavras e em nossos pensamentos, então teremos uma experiência incrivelmente feliz no momento da morte.


Elisabeth Kubler-Ross

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