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A desesperança nos priva da autoconfiança

O medo se liga à resignação para criar um estado de desesperança em que não acreditamos mais ser capazes de criar uma vida cheia de sentido e sucesso, ou de nos libertar de toda confusão que criamos. A desesperança nos priva da autoconfiança e nos cega para as possibilidades e oportunidades que estão bem na nossa frente. Sem a esperança, ficamos apenas com a perspectiva dolorosamente limitada do nosso ego ferido. A desesperança nos leva a cometer atos insanos de autodestruição, pois sem esperança não levamos em conta as consequências das nossas escolhas nem nos importamos com elas. As pessoas desesperadas pegam armas e atiram nas outras ou se deixam levar por um sem-número de impulsos sombrios, procurando um paliativo por meio do qual possam se reconectar e sentir esperança outra vez. Os crimes e a violência fortuita perpetrados por viciados, traficantes e membros de gangues são, todos eles, causados pela desesperança. A desesperança é perigosa porque nos leva a não dar a mínima para a dor que os nossos atos possam causar. Em suas garras, somos levados a ferir os outros e a nós mesmos numa tentativa de encontrar uma tábua salva-vidas, algo que nos impeça momentaneamente de nos afogar nas nossas mágoas.



Se pararmos para examinar a nossa vida, muitas vezes conseguimos ver onde e quando desistimos de nós mesmos, onde e quando decidimos que não éramos bons, valorosos e capazes de ter uma vida feliz e bem-sucedida. Podemos ver onde começamos a desistir dos nossos sonhos e esperanças: quer fosse desistir de ter um relacionamento amoroso, de sermos membros respeitados e participantes da sociedade, de conquistar estabilidade financeira, de ter a carreira com que sempre sonhamos ou de atingir um objetivo importante. Se a nossa desesperança for ignorada, continuaremos arriscando-nos a vender a alma, a integridade e a dignidade.

Debbie Ford


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