Entendendo nosso vulcão interno: as emoções!

5min. de leitura

Diga a verdade: você entende suas emoções? Convive bem com elas?



Mais ou menos, não é?

Quando precisa, quando a situação o exige é capaz de controlar suas emoções?

Tema complicado, não?


São tantas as questões que se colocam quando se trata de emoções, tantas dúvidas e perplexidades sobre a nossa dificuldade em manejá-las.

Fala-se muito atualmente em Inteligência Emocional. Isso Não xiste!.

O que existe é saber gerenciar as próprias emoções e isto não tem nada a ver com inteligência e sim com INTENÇÃO, em primeiro lugar, depois auto-análise e por fim a prática, o treino do gerenciamento, ou seja, como administrar as emoções.


É difícil gerenciar nossas emoções porque tal qual um vulcão, elas explodem repentinamente.

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Essa erupção, via de regra totalmente inesperada, nos pega desarmados para fazer frente ao que emerge de nosso íntimo; seja um tremor nas pernas ao ver o ser amado ou a fúria que nos cega no trânsito caótico.

Eu acho muito engraçado quando vejo alguém se gabando de estar sendo totalmente racional, numa discussão por exemplo. Essa pessoa pode estar sendo mais racional que a/s outra/s, mas não totalmente racional porque isso ela não pode ser.

Muitas vezes o ser humano é definido como um ser pensante, na realidade somos seres altamente emocionais. Uns mais outros menos. Uns escondem melhor suas emoções, outros são mais descontrolados,

mas somos todos absolutamente emocionais.

Um bebê recém nascido já manifesta emoções e é bem interessante observar que ele o faz com o corpo todo. Observe um bebê chorando quando está com fome ou dor, ele contrairá e esticará braços e pernas, seu tórax e barriga se comprimem e expandem. Ele usa todo o corpo para manifestar sua bronca.

Ao nascermos sentimos somente as emoções ditas autênticas ou primárias:

prazer, alegria, tristeza, medo e raiva.

À medida que vamos crescendo começamos a utilizar disfarces para encobrir nossas reais emoções porque já observamos que algumas vezes não fomos bem sucedidos ou apreciados ao demonstrá-las. Por exemplo:

muitas pessoas sentem vergonha por demonstrar tristeza,

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então a substituem por depressão ou ansiedade, etc.

Tais disfarces podem ser: desespero, ódio, ressentimento, mágoa, ciúme, inveja, orgulho, impaciência, depressão, ansiedade, angústia, inadequação, culpa, vergonha, confusão, preocupação, desconfiança, etc. (alguns são emoções e outros são sentimentos).

Então, vamos entender um pouco mais o assunto.

Primeiramente vamos diferenciar emoções de sentimentos.

EMOÇÃO é uma reação afetiva de grande intensidade e curta duração, acompanhada, no plano objetivo, de manifestações corporais (suor, palpitações, enjôo, tremores, etc.).

SENTIMENTO é um estado afetivo, geralmente de caráter prolongado, que não se caracteriza por manifestações corporais ou vegetativas.

Uma emoção é sempre provocada por um estímulo externo.

Ela pode ter efeitos organizadores e desorganizadores sobre o comportamento.

Às Emoções que têm efeito organizador chamamos :

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Emoções Positivas

Amorpassional

Euforia

Ternura

Prazer

Paixão

Exaltação

Às Emoções que têm efeito desorganizador chamamos:

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Emoções Negativas

Medo

Raiva

Desespero

Tensão

Angústia

Ansiedade

As Emoções são determinadas pelos nossos fatores internos:

crenças, medos, estrutura de ego, memórias, constituição genética, etc.

Nós não podemos eliminar as nossas emoções, mas podemos aprender a administrá-las.

O maior ou menor sucesso nesta tarefa vai depender de nosso tipo de personalidade e do esforço que fizermos para tanto. É uma tarefa fácil? Não, contudo, como tudo o mais em nossa vida, é treinável!

Primeiro vem a intenção de gerenciar as nossas emoções.

Sem a intenção não conseguimos sucesso em nenhum empreendimento.

Intenção implica em vontade, mas não é a mesma coisa.

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QUANDO MANIFESTAMOS A INTENÇAO, NÓS PARTIMOS PARA A AÇÃO!.

Via: Expansão de Consciência

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