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A que você tem se submetido para agradar aos outros ou ser aceito por eles?

Faça uma autoanálise, observe como está a sua vida, veja as situações desagradáveis que têm acontecido.



Algumas vezes, nós precisamos de um “chacoalhão”, porque estamos indo de mal a pior. São problemas e mais problemas, e não conseguimos perceber onde estão sendo gerados.

Numa dessas experiências, conheci os livros do Luiz Antonio Gasparetto, e foi exatamente o que eu precisava ouvir de alguém com conhecimento e coragem de ir tão direto ao ponto. Infelizmente, já não está mais entre nós, mas nos deixou conteúdos riquíssimos para nos levantar, erguer a cabeça e seguir em frente!

Faça uma autoanálise, observe como está a sua vida, veja as situações desagradáveis que têm acontecido. Talvez você não viva a vida dos seus sonhos, pode estar na solidão, ou solitário dentro de um relacionamento, pode estar desempregado, com dívidas ou com dinheiro contado, pode estar doente ou qualquer outra situação ruim que esteja experimentando.

Você se colocou aí. Pensando no que eu disse, você tem dois caminhos: um é continuar pensando como vítima azarada, cheio de revolta ou desânimo, conformismo ou inveja. O outro caminho é pensar que você está onde se colocou e tratar de mudar, se as coisas estão ruins, ou conservar o que está bom. Conscientemente ou inconscientemente de suas consequências, você já vive de escolhas passadas. Agora você sempre pode escolher de novo.


(Gasparetto)

Se você não consegue enxergar, faça estas perguntas: a que distância você está do que quer para si? O quanto ser feliz é importante para você? A que você tem se submetido para agradar aos outros ou ser aceito por eles? O que faz você feliz de verdade e por que não tem se permitido?


Além do mais, temos muitas crenças limitantes para com as pessoas de sucesso, felizes, ricas, famosas e por aí vai. Com o que você se identifica? Com elas ou tem alguma objeção a isso?

Quando percebemos uma objeção, pode ser devido ao fato de olhar para nós mesmos e pensar que jamais conseguiremos chegar lá, então escolhemos o caminho da crítica, da inveja, da raiva, criando desculpas para justificar o que não estamos conseguindo alcançar ou colocando uma imagem pejorativa nas pessoas de sucesso. Tudo isso é como um tumor sendo gerado dentro de você, que a qualquer hora pode vir à tona.

Mas podemos fazer uma escolha, identificando-nos com tudo e todos que vibram no que tanto queremos, afirmando: “Uau, isso é a minha cara! Nossa, eu também amo isso! Sou apaixonado por isso!”


Note que você muda de postura e se posiciona para o que quer.

Se desejar, poderá aprender a ser, ter ou fazer o que for preciso para ter uma vida de oportunidades, colocando-se onde quer estar.

Tudo é uma questão de escolha!

 


Direitos autorais da imagem de capa: Nick Karvounis/Unplash.

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