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Adoção é um ato de altruísmo!

Alguns casais não podem ter filhos, por alguma questão de um ou de outro.



Mas o desejo de ter filhos é imenso e naturalmente saudável.

E agora?

Seria a adoção de uma criança, uma boa solução?


Ambos têm que sentar, ter uma conversa aberta e franca sobre o assunto, para que a decisão seja tomada não por uma impulsividade, mas por um real desejo de amar e criar uma criança, como se filho fosse.

Pena que os trâmites para esse processo de adoção, sejam repletos de burocracia. Uns, necessários e outros, nem tanto. (Salvo melhor juízo).

Ao se chegar à feliz decisão de adotar uma criança, há que se estar livre de preconceitos, para que essa atitude não se perca no descaminho do desamor.


O que realmente importa é se essa criança será criada com ternura, respeito e amor – como toda criança merece.

Há também casais que mesmo tendo seus filhos biológicos, decidem adotar uma criança – talvez sendo esta, a adoção mais imbuída de altruísmo, já que existem seus filhos naturais.

Particularmente, “tiro o meu chapéu” para o ato de adoção.


São pessoas de alma nobre, de corações onde “sempre cabe alguém”, mesmo que diferente, “que sempre cabe mais um”, mesmo que seja de origem não definida.

E o amor sem preconceitos, incondicional, é o que dá real sentido à vida.

É o que nos faz acreditar ainda no ser humano.


Lu Prado

Quanto mais sabemos sobre o universo, menores nos sentimos…

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