As coisas começam a dar certo quando você olha a vida do jeito certo!

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A gente precisa tentar enxergar o bem em cada situação que nos é apresentada na vida, descobrir a borboleta que habita em cada lagarta. Às vezes você teve um dia péssimo no trabalho, mas no caminho para casa toca no rádio uma música que você ama.

Talvez (ou não) você tenha lido o livro ou assistido à peça de teatro “Pollyana”. Aquela menina que vivia jogando o jogo do contente. A neurolinguística chama de ressignificação de conteúdo. Resumindo: é a capacidade de extrair algo bom de situações adversas.



A vida é cheia de altos e baixos, notícias ruins, decepções, planos que dão errado, fora aqueles pequenos imprevistos e aborrecimentos do dia a dia. Há semanas extremamente exaustivas, que além de um cansaço físico trazem uma fadiga mental e até espiritual. Não há como fugir. São fatos inescapáveis.

O jogo do contente não propõe uma fuga insana da realidade, muito pelo contrário, ele nos mostra uma realidade mais profunda, que a superficialidade do nosso olhar cansado e rápido não nos permite vislumbrar.

Imagine você ter uma reunião importantíssima em outro estado e perder o voo? Ou uma entrevista de emprego e o ônibus simplesmente atrasa? Como tirar algo bom disso?

Não dá para fingir que está tudo bem. Aquela chance de emprego foi embora e a promoção pleiteada também, afinal você deixou uma equipe inteira na mão quando não compareceu à tal reunião.


Agora eu tenho uma história para contar: Certa vez, um rapaz chegou ao aeroporto e levava consigo umas comidinhas(perecíveis), pois como o voo era rápido, aquelas delícias que ele queria oferecer a pessoas queridas não iriam estragar, mas houve um problema e ele soube que seu voo atrasaria horas. Ele, muito cansado dos dias de viagem, ficou a princípio chateado, mas diante da sua impotência optou por relaxar e tirar o lado bom daquilo tudo. Ofereceu as comidinhas, que já não chegariam em bom estado, a uma pessoa da limpeza e sentou-se para ler um livro, afinal seria preciso se distrair durante aquele tempo de espera. Eis que ao seu lado sentou uma moça e eles começaram a conversar, ela também teria de esperar aquele voo. Bem, seria clichê dizer que foi o primeiro encontro de um casal que viveria uma bela história de amor, não seria? Sim, se não fosse de fato verdade. Anos depois eles se casaram. Agora imagine você se aquele rapaz tivesse ficado mal-humorado, reclamando, agitado… Ela jamais teria se aproximado, eles nunca teriam conversado…

De um fato desagradável, surgiu algo maravilhoso!

Você nunca sabe se aquele imprevisto é um livramento contra um acidente, uma violência, ou uma oportunidade de encontrar-se inesperadamente com algo incrível.

A gente precisa tentar enxergar o bem em cada situação que nos é apresentada, descobrir a borboleta que habita em cada lagarta. Às vezes você teve um dia péssimo no trabalho, mas no caminho para casa toca no rádio uma música que você ama.


Em vez de contaminar esse momento com a carga de emoções negativas do dia, que tal deixar-se contagiar pela sensação deliciosa que essa música lhe traz? Você não está fingindo que teve um ótimo dia, mas está tentando viver um momento leve em um dia pesado.

Ao final de cada dia, tente fazer um retrospecto e relembre ao menos um fato agradável, por menor que lhe pareça, e agradeça por ele. Dê um novo significado ao seu dia, à sua vida. Jogue o jogo do contente e seja feliz!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: janifest / 123RF Imagens

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