Com o tempo, a gente aprende a soltar, a abraçar a paz e agradecer a Deus pelos livramentos

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Com o tempo, a gente aprende a soltar tudo ao vento, a cessar a guerra, a abraçar a paz, amadurece com transparência, sem medo do que pensam ou dizem sobre nós.



Vamos nos tornando menos dependentes de atitudes, de afeto, de atenção. Deixamos de agradar para sermos mais humanos conosco, indo de encontro ao que realmente faz nossa alma fluir sem peso, sem medida, sem ostentação ou sentimento de culpa.

A gente aprende que o melindre não leva a nada e que fechar a cara para a vida só resulta em um espírito menos maleável e indisposto a crer mais em si. A gente vai se moldando, se adaptando ao agora, sem querer trazer aquele excesso de coisas tóxicas, que só fizeram a gente viver sempre na desconfiança ou na dor emocional.

A gente se junta, se remenda, se nutre e deixa o sol bater no rosto, sentindo que Deus nos afiançou e nos deu grandes livramentos antes condenáveis por nós mesmos.

E quando a gente percebe a estação em que nos encontramos, quem nos rodeia, quem nos presenteia com alegria, quando damos mais de nós, compartilhando troca de afeto e respeito, o calor humano passa a ser mais vital.


Com o tempo, deixamos de questionar tanto, deixamos de querer impressionar, de querer ser o centro das atenções para viver uma vida de mais calmaria interior, diminuindo o barulho externo, diminuindo expectativas, diminuindo o foco em coisas sem serventia.

A maturidade chega e a gente continua aprendendo mesmo que nos julguem incapazes, mesmo que nos tornem tiranos ou bandidos. Não precisamos de holofotes, aplausos, falsos tapinhas nas costas.

Com o tempo, paramos de implicar com o que não precisa para viver o que é necessário. A gente cresce e não se apequena para caber no ego, na vaidade ou na maldade de ninguém. A gente cresce mais saudável, mais bonito, mas fiel ao que precisamos em nosso momento.


Nós nos soltamos, desamarramos e nos colocamos em outro estágio espiritual. É a vida ensinando, são as situações nos mostrando, são nossos instintos aflorando, desmascarando coisas que antes não víamos.

Vivemos sem tantos planos, sem tanto alarde, sabendo das nossas opções e o que realmente serve para cada um de nós. Sem tantos nós, ajeitando nossas camadas, prestando mais atenção ao que realmente importa, vamos nos importando menos com coisas pequenas.

O tempo é nosso aliado, nossa cura, nossa visão interior. É paz mental.

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