Como um método de estudo eficiente mudou a minha vida na universidade:

4min. de leitura

Eu gostaria de te contar algo que mudou a minha vida de estudante.



No ensino fundamental e médio, fui um estudante regular, com muitos altos e baixos. Eu levava a vida, naquele estudo continuado…

Mas, foi no meu primeiro ano do Bacharelado em Física que comecei a mudar radicalmente a minha forma de estudar e aprender.

Ao assumir cursar a universidade, ainda mais em um curso difícil, eu pude sentir o grande impacto da responsabilidade como a maioria dos alunos.

Apesar das dificuldades, assumi um compromisso comigo mesmo: custasse o que custasse a graduação teria prioridade na minha vida. Para conseguir dar conta do volume de conteúdo eu estudava muito, de dez a doze horas de estudo em casa, além das aulas presenciais.


É sério!… Aproveitava ainda os fins de semana para reforçar os tópicos estudados durante a semana, em uma corrida louca para aprender o máximo que podia nas 168 horas da semana.

Logo no primeiro semestre da faculdade, fiquei muito desapontado, porque mesmo estudando muito, só consegui ficar um pouco acima da média, na maioria das disciplinas. Esses não eram os resultados que almejava. Até comecei a achar que eu não tinha inteligência suficiente para ser um aluno de destaque na faculdade.

Minha primeira hipótese para os resultados modestos, era a falta de conhecimento de métodos e técnicas de estudo mais avançadas como: mapas mentais, leitura dinâmica, método Lazanov, autossugestão, métodos de memorização e muitas outras.


Então, no segundo semestre comecei aplicar, sistematicamente, os melhores métodos e técnicas de estudo conhecidas.

Qual foi o resultado? Novamente, havia conseguido ficar um pouco acima da média.

No fim do primeiro ano, havia passado em todas as disciplinas, mas uma indagação consumia as últimas forças daquele ano fatigante: porque mesmo estudando muito e aplicando as melhores técnicas de estudo eu não tivera resultados excelentes.

Então, mais tranquilo, no período de férias, dediquei três meses para revisar todas as técnicas de estudo que utilizados  e também a uma reflexão sobre a aprendizagem.

Primeiramente, fiquei chocado, pois eu havia aplicado praticamente todas as técnicas de estudo já desenvolvidas… E não atingira um nível de excelências, como pregam os desenvolvedores das técnicas avançadas de estudo. Então, eu me perguntei: existe algo de errado comigo? Será que tenho alguma limitação de inteligência que me impede de conseguir a excelência nos estudos?

Em um momento de mais quietude comecei a lembrar de alguns colegas excelentes do ensino fundamental, do ensino médio e mesmo da universidade. O que me chamou a atenção foi um padrão marcante nesses estudantes notáveis: eles precisam estudar menos do que a maioria e sempre conseguem melhores notas. Mesmo não usando nenhuma técnica de estudo avançada eles conseguem aprender melhor e não se esquecem do que aprendem.

Ao modelar e aplicar os padrões de estudo e aprendizagem dos estudantes notáveis eu comecei a ter resultados surpreendentes na faculdade. Foi uma felicidade imensa saber que o problema não estava no meu grau de inteligência, mas, no meu padrão de estudos.

Quer saber mais sobre esse padrão dos estudantes de excelência? No próximo artigo vou revelar o que fazem os estudantes de sucesso para aprender mais, em menos tempo.

Henrique Faria

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Direitos autorais da imagem de capa: rido / 123RF Imagens

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