Descobri que todas as intuições que chegam são sopros divinos… e se hoje a porta se fechou, amanhã a gente segue em frente…

4min. de leitura

Descobri que um dia sem Deus na alma, é um dia a menos sem procura, sem busca, sem respostas. É um dia a menos em evolução espiritual e cura para tudo aquilo que necessito.

É andar no vazio e ao mesmo tempo sentir o chão cheio de desníveis, tentando encontrar o eixo que falta para os dias poderem ser mais sustentáveis, assim como o que a vida quer de mim.



É um dia a menos para aprender a conviver melhor com os problemas e tentar resolvê-los sem que o coração se acabe em ansiedade, tristeza e algum vazio.

Que buscar a fé na prece é necessário para o desenvolvimento íntimo e que, a cada acalentar do novo dia, existe uma nova chance diante da vibração que se torna perceptível ao olhar, ao coração a sensação de proteção que vem e acolhe o ser.

Descobri que tudo se resolve de algum jeito ou de outro, que é preciso ir libertando a vida das coisas que fizeram mal, que olhar para trás e sentir que passou é melhor do que tentar resgatar coisas que não servem mais.

Descobri que abraçar alguém importante é como receber um passe de amor e carinho, é como sentir que os dias são bons, porque tenho em quem confiar, porque tenho em quem me apoiar quando preciso.


Descobri que perguntas vem e vão que o coração segue na cadência dos dias e que cuidar-se não é crime, que dizer não, não mata e que se fortalecer é acreditar mais em si mesmo. É alicerçar sonhos, plantar coragem, e sentir que sorrir é algo que deveria ser um mantra,dito ao pé da própria alma, feito feixes de luz que adentram a janela do tempo, sem pedir licença.

Descobri que todas as intuições que chegam são sopros divinos e que se hoje a porta se fechou, amanhã é dia de tocar em frente e descobrir em qual área da vida posso me dar melhor, e qual sentimento é preciso para poder reagir e me reconstruir.

Descobri que não posso descontar todos os meus problemas em quem não merece, que não posso sair aleatoriamente escolhendo o que vem à frente. Que preciso ir com mais calma, com menos culpa, com mais confiança e menos exageros.

Que minha essência é única, que minha casa é meu altar sagrado, que meu desarrumado me pertence.


Descobri, ao olhar para o céu, que ele é infinito e que aqui dentro onde alimento meus sonhos, minhas querências e meus desejos existem também uma enorme profundidade que me questiona, mas que ao mesmo tempo me eleva e me torna alguém passível de viver e viver com mais sintonia, mais afabilidade, mais generosidade e mais entrega, dentro daquilo que é para ser.

Se o mundo diz não, eu digo sim a mim, e vou completando meus ciclos sem odiar ninguém.

Paz ainda é a melhor coisa para sentir depois de qualquer desavença interna. Nela reside tudo que eu busco pra seguir.

Por isso entrego a Ele minhas preces, meu agradecimento e a forma de me ensinar a colher melhor a própria existência por vezes cansada, mas abençoada e aquecida pela luz divina.

O plano é ficar bem. Descobri que tem que ser assim.

 

_____________

 

Direitos autorais da imagem de capa: djoronimo / 123RF Imagens

Baixe o aplicativo do site O Segredo e acompanhe tudo de pertinho. Android ou IOS.





Deixe seu comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.