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Desista do que lhe faz mal! A vida é curta para passar os dias tristes

Dê-se o direito de cansar de alguém sem ter que explicar o óbvio. Quem o deixou cansado sabe o que fez.

Dê-se o direito de se afastar de alguém sem dizer adeus. Ele sabe o fez para não merecer o adeus.


Dê-se o direito de recomeçar a vida com outra pessoa sem ter que explicar nada à pessoa anterior. Ela sabe o que fez para merecer a troca.

As pessoas sempre têm, ao menos, noção do que fizeram.

Você não tem que explicar o óbvio a quem o despreza, maltrata, rejeita, ignora ou o coloca no último lugar de uma fila que nem ele sabe quantas posições existem antes de você, já que não o considera importante para, sequer, merecer uma contagem.

Você não tem que explicar o óbvio, quando não é aplaudido pelos seus acertos, mas somente vaiado pelos seus erros.


Desista do que lhe faz mal! Desista do que o impede de insistir.

A vida é curta para não saber o gosto do chocolate. A vida é curta para passar os dias tristes.

Há alguém à sua espera, talvez sofrendo o mesmo que você.

Viva para sorrir!


Deus quer ver o seu sorriso.

Se houver lágrimas, que sejam das emoções que o muito amar e a felicidade da reciprocidade nos traz!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Amor: Alexander Grumeth/123RF Imagens.


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