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Dinheiro compra quase tudo, mas o “quase” é justamente o essencial!

A frase é clichê, mas é uma das maiores verdades que existem nesta vida. O dinheiro compra QUASE tudo. Acontece que é justamente o “Quase” a parte essencial da nossa existência aqui na Terra.



É o “Quase” que lhe faz chorar como criança, sozinho na sua casa num domingo chuvoso.

É o “Quase”, a única coisa que você deseja com todas as suas forças, quando já conquistou tudo que o dinheiro é capaz de comprar. O “Quase” é o que enlouquece muita gente, pois é exatamente o que preenche a alma.

Dinheiro é um excelente complemento, mas só quando já se tem o “Quase” impagável.

E o “Quase” é o AMOR verdadeiro; amor materno. Amor fraternal. Amizades sinceras. O “Quase” é o que te equilibra quando o mundo lá fora parece estar ruindo. É o que nos segura quando a Bolsa está em queda. O “Quase” é a verdadeira segurança que possuímos, que nos estabiliza quando nos falta a grana.

Boa parte de nós, humanos, passa por cima de muita coisa pensando no dinheiro. Desperdiçamos um bom período de tempo correndo atrás de grana para pagar… o tempo. Ignoramos completamente o “Quase”, pois achamos que ele sempre estará ali, disponível. Acreditamos piamente que o dinheiro garantirá tudo que precisamos para sermos COMPLETAMENTE felizes.


Mas ignoramos a nossa natureza… e é aí que pecamos.

Estar cercado de gente não se compara a ter um único bom e verdadeiro amigo nesse mundo. Quantidade não é qualidade! Ter várias mulheres lindas que preenchem perfeitamente uma cama, mas não um coração, não adianta nada. Poder viajar o mundo inteiro, mas não ter com quem dividir um prato de macarrão, é, no mínimo, triste. Por isso, quem só tem grana, é miserável. A solidão é a maior pobreza que conheço.


Como disse Buda: “O homem gasta toda a saúde correndo atrás de dinheiro e depois gasta todo dinheiro correndo atrás de saúde.” E é exatamente isso que acontece. 

Pensamos que, quanto mais dinheiro tivermos, mais segura nossa família estará, e nessa jornada incessante para encher a conta bancária, acabamos por deixar nossas almas desnutridas.

Desnutridas de entusiasmo; de alegria; de boas risadas; de boas memórias.

Perdemos eventos e momentos que valem mais que todo o ouro disponível no planeta.

E quando nos damos conta disso, de que ele, o Tempo, o Senhor do Universo, não aceita moeda alguma, é que percebemos o quão pobres somos.

Dinheiro não compra cumplicidade, intimidade. Não compra gargalhadas espontâneas e lágrimas de felicidade. Dinheiro não emociona, não arrepia, não acelera o coração. 

Dinheiro compra prazer, mas o prazer é efêmero. E esporádico. A felicidade não. A felicidade é um estado de espírito, portanto, é incondicional. Não depende de condições externas para existir.

Porque a vida não se dá em apoteóticos instantes de prazer, como festas de reveillon ou a compra de um carro novo.  A felicidade é singela e minimalista. De tão trivial nos passa despercebida… E é quando perdemos o “tudo” que nos damos conta de como o “nada” é importante.

A felicidade mora nos detalhes… naquele cheiro de café de manhã cedinho que nos remete à casa da vó… Na buzinada rotineira que seu amor dá quando chega no portão. No sorriso e nos olhinhos brilhantes do teu filho ao ver montada a árvore de Natal…

Não é a casa, não é a marca do carro e nem o presente de Natal. É sobre momentos. Sobre sentimentos. Sobre emoção!

Você pode ter todo o luxo e conforto que o dinheiro é capaz de prover e a carteira sempre cheia, mas ainda sim, sentir-se vazio.

É porque a casa da vó com seu café da manhã, a saudade do seu amor lhe esperando no carro e a imagem dos seus pais arrumando a ceia de Natal, não têm preço.

Aliás, as melhores coisas dessa vida não estão à venda. Mas possuem um valor inestimável.

Irônico, não acha?

Preencha seu espírito e aqueça seu coração, com tudo aquilo que o dinheiro não pode comprar, e você será um Rei com a maior fortuna do Universo.

Esse, é o “Quase”. E o “Quase” é o grande propósito da nossa existência nesse plano.

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Direitos autorais da imagem de capa: dolgachov / 123RF Imagens

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