É querendo entender que a gente se entende. Sem manuais.

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Ah, se as pessoas viessem com seus manuais, tudo seria mais fácil, não é?!

Mas, é só mesmo vivendo e convivendo para existir a oportunidade de aprender com as diferenças.



Um manual para compreender o funcionamento humano seria óbvio demais e sem solução para pessoas portadoras de sentimentos, reações e experiências.

Não haveria nesse mundo uma lista de procedimentos para nos guiar. É pelo olhômetro mesmo, “feeling”, papo e escuta.

Para essa nada mole missão das relações humanas: paz, ciência, amor e humildade.


Só assim para que tudo não se perca e se resuma numa relação de brutalidade e arrogância. É querendo entender que a gente se entende.

Mesmo não existindo tal manual, uma regrinha básica e de número um precisa existir: O respeito. E respeitar não significa concordar e muito menos temor ou submissão.

Na sua origem em latim, a palavra significava “olhar outra vez”. Assim, algo que merece um segundo olhar é algo digno de respeito.


Abrir a escuta, saber ponderar e buscar a empatia são atitudes nobres e que ajudam muito para o entendimento e a boa relação.

Conviver talvez seja nosso maior desafio, mas é preciso aprender pois é somente por este meio que é possível existir as relações sociais.

Diálogo e bons argumentos são imprescindíveis para uma boa relação e convívio saudável. Mas se do contrário, a regra número um não existir de forma alguma, o melhor mesmo é se retirar com elegância.

Aquilo que pode me ferir não deve estar próximo a mim. Sair da mira da ignorância é uma atitude inteligente. Sem julgamentos, apenas bater retirada e ser feliz.

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