Ensina-me a ouvir, ajuda o meu rosto todo a sorrir, canta no meu ouvido até eu dormir…

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Entre braço e abraço a gente se constrói.



Rodeado de fantasia, de mão no cabelo, de pose junto no espelho.

De cor vermelha, de pé descalço, o mais gostoso é o abraço.

Um perfume que não sai do meu cabelo, inspiração que te toma por inteiro e me joga de cabeça nesse travesseiro.


Enrola e rola, canta pra mim uma canção, levanta desse chão, me ajuda a rezar uma oração.

Mão trêmula que não acha lugar, pé esticado pra chegar até você, querido anjo, como é difícil não te ver.

De cabelo enrolado, uma flecha na mão você se prepara pra me dizer um não.


Pra sorrir e sumir como um leve sopro no coração.

Me mostra esse sorriso alto e doce, me envolve com quatro mãos, me coloca de novo nesse chão.

Joga pra mim uma flor, mas por favor não me fale de amor.

Me fale de tempo, de espaço, de tato e de contato. Me ensina a ouvir, ajuda o meu rosto todo a sorrir, canta no meu ouvido até eu dormir. Refresca o meu dia, pisa no meu pé, faz em mim um cafuné, me acorde no meio da noite, dança comigo até o sol se levantar e pra esse chão eu poder voltar.

Sou por hoje feita de arte, sou por hoje apenas essência, sou por hoje apenas aquele passo dado em falso, que apenas por hoje achou um compasso.

Sou por hoje um anel, sou por hoje um pedacinho do seu céu, uma colher de mel.

Sou por hoje esse chão, esse braço, esse abraço.

Sou por hoje apenas inspiração, emoção, apenas um estender de mão, que nos faz flutuar e ver do alto esse chão.

Somos por hoje apenas um coração, apenas uma respiração, sou por hoje apenas a sua canção.

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