Este texto é para você que já experimentou aquele amor que não se esquece…

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amorEste texto é para você que já experimentou aquele amor… “amor que não se pede, amor que não se mede… que não se repete…!” Eu ainda diria…amor que não se esquece!



Sim, tem gente que veio para ficar, para rasgar as verdades da gente, para nos virar pelo avesso, para bagunçar a gaveta dos nossos apetrechos, para virar eterno amor sem desfecho.

E para os defensores da teoria da página virada, sinto informar que quem já provou deste amor, pode virar uma biblioteca inteira, que ainda conseguirá enxergar a marca d’água que ficou tatuada nas páginas da alma.

Você pode até substituir essa pessoa ou, pelo menos, tentar fazê-lo! Pode até fingir, diria até que pode ser feliz com outro alguém, porém quando a saudade bate e aquela música toca… você começa a entender o que Roberto Carlos quis dizer com: “…imediatamente você vai lembrar de mim”.


Nesse momento, aquele que é racional se emociona,  quem é frio fica quente, quem é esperto fica bobo e quem é duro se derrete. 

Pode parecer excesso de romantismo ou até mesmo fraqueza, mas quem escreveu as letras dessas músicas, com certeza, sabe do que eu estou falando! Até porque “…quando a saudade invade o coração da gente, pega a veia onde corria um grande amor, não tem conversa, nem cachaça que dê jeito, nem um amigo do peito que segure o chororô…”

É um constante diálogo entre a sensatez da moral e a embriaguez de um amor que não passa. Você fica sóbrio, faz o que tem que ser feito, mas mesmo sem beber um gole novo, vem a loucura das lembranças e o deixa ébrio, completamente entorpecido de amor!

É por isso que eu digo que amor rasinho é como peixe de aquário, é facinho de se ver, mas morre fácil também.

Quero ver é amar peixe-cravo, de águas profundas, pois ao contrário do que se pensa: as águas são profundas e frias… mas ele tem sangue quente!


Você pode até se perguntar se não vale a pena lutar por este amor!? Eu diria que depende. Cada caso é um caso! Porém, algumas vezes, é melhor viver uma deliciosa lembrança para sempre, do que inventar um presente que não existe mais!

As pessoas mudam, transformam, amadurecem e aquela que amamos, que aparece nas nossas lembranças, é o resultado das fotografias que batemos com a nossa máquina da memória. É por isso que, quando esses lapsos de lembranças vêm, só lembramos do que é bom… do que valeu a pena, por esse motivo a foto do romance na recordação tem essa qualidade incomparável, um colorido peculiar e, às vezes, até tem cheiro de perfume!

Não obstante serem profundos, todos os argumentos sobre amor inesquecível cantando pela banda Cidade Negra, na música “Onde você mora”, isso não quer dizer que se encaixaria na nossa vida neste momento.

É preciso saber ponderar as situações, para que não transformemos uma deliciosa lembrança numa terrível obsessão!

Mas deixando de lado os casos críticos de loucura, vamos ficar por aqui com a nossa doideira gostosa que acontece no nosso cantinho secreto e nos faz suspirar, derramar lágrimas de felicidade e que faz, Raimundo Fagner, admitir que: “…o cabra pode ser valente e chora, ter meio mundo de dinheiro e chora, ser forte que nem sertanejo e chora, só na lembrança de um beijo chora…”

E Martinho da Vila dizer que: “…quando a saudade bate forte, é envolvente. Eu me possuo e é na sua intenção, com a minha cuca naqueles momentos quentes, em que se acelerava o meu coração… ex-amor!.


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123rf / fesenkoamor

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