Finalize tudo o que te destrói. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. Simples assim!

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Antes de todo recomeço existe a necessidade do ponto final.



Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo.

Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do novo e a capacidade de resiliência tornam a vida mais leve.

Não é porque a palavra “recomeçar” é bonita, que sua aplicabilidade é fácil. Na verdade, recomeçar é difícil demais, porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional.


Os dias ficam maiores, o medo de ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem fazem toda e qualquer atitude valer a pena.

Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final às coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentir a dor da mudança.

Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade, plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro, se sua vida está desorganizada financeiramente e emocionalmente.


Você não terá o emprego dos sonhos, se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja, se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga.

Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço, você precisa ser forte o suficiente para colocar um ponto final em tudo o que o distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos).

Não deveria ser difícil colocar um ponto final em situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal.

Infelizmente a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato de as coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”.

Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”.

Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua autoestima. Simples assim!

É bom ressaltar que, enquanto você adia a tomada de atitudes necessárias, a conta das consequências aumenta. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver.

O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que o faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente.

Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas.

Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite?

Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre.

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