Há amores breves que curam feridas antigas

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Essa idealização do amor eterno acaba nos roubando a oportunidade de perceber os tesouros escondidos nos amores breves que vivenciamos pela nossa caminhada.



Ficamos tão presos nessa ideia de que um relacionamento só vale a pena se durar a vida inteira que não conseguimos entender que certas coisas não têm a ver com a duração, mas com a intensidade.

Vou tentar traduzir o que quero dizer, chega de teorias, né? Aquele romance breve que você, mulher divorciada, viveu, não era para ser “para sempre”, foi apenas para lhe mostrar que não há nada de errado com a sua capacidade de sentir e dar prazer. Você é uma mulher que pega fogo quando estimulada da forma certa, o contrário do que você vivia naquele casamento horrível, que acabou levando-a a acreditar que estava morta como mulher. Esse moço que surgiu tinha a missão de trazer esse recado:

“Você é maravilhosa, você tem tudo para ser e fazer um homem feliz. As críticas que seu ex fazia de você não condiz com a realidade. Delete, você é incrível, acredite.”


Homem, pode ser que você tenha cruzado a vida de uma mulher, após ter sofrido por décadas numa relação na qual nunca foi valorizado, apesar de dar o seu melhor.

Esse novo romance pode ter sido breve, porém, durou tempo suficiente para mostrar que você não perdeu a sua capacidade de se encantar.

Percebe o quanto você se sentia leve e engraçado ao lado dela? Você não é aquele homem triste e murcho que acreditou ser por tantos anos.

Podemos extrair aprendizados incríveis e curas de feridas antigas em vínculos breves.


Cada pessoa que chega traz algo que precisamos. Se ela trouxer algo que nos incomode, temos que olhar esse incômodo nos olhos, pois isso fala sobre algo nosso que precisa de atenção e cura.

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