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Não, não foi uma lenda, não foi um sonho, foi amor!

Ao luar…



Era sede de amor, uma sede que era maior que o mar e que, nem nunca soubemos quantificar.

Não, não era uma lenda. Não era um sonho. Era um amanho dos Deuses para nos laçar, numa noite consentida e amparada por um gracioso e desmedido luar. Lembras-te?

O luar envolveu-se em nós e, até nos coloriu, rodopiou e folgou em nós também e, quando teve que abalar prometeu que ia voltar.


E o certo, é que voltou! Voltou e nunca mais se quis ausentar! Que mistérios, os daquela noite consentida, segredos que os Deuses nunca nos quiseram ou ousaram confidenciar. Foram palavras que flutuavam e eram coloridas!

Olhares que lançavam aromas e provocavam um prazer delicioso e intenso. Toques sedosos que eram notas musicais. Beijos que eram margaridas, abraços que se transformaram em jardins. E até nós, nós que nos transformamos em flores da cor do luar.

Tudo, tudo sem silhueta de algum pecado, num desejo soberbo de conceber o amor ditado pelos Deuses, num sentimento mais forte que toda a razão.

Tão forte o sentimento, tão extasiante, que a lua ao contemplar tamanha grandeza veio beijar-nos a voz, o toque, o olhar e até os beijos.


Não, não foi uma lenda, não foi um sonho, foi AMOR!

Dina Neiva

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