Nem todo amor converter-se em namoro…

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Assim, quando há amor e respeito aos próprios limites emocionais, nem todo amor converter-se em namoro e está tudo bem!

Por mais difícil que seja conter os sentimentos, alguns amores não se convertem em um namoro, em um relacionamento sério ou quase sério, em alguns casos. Contudo, isso é ótimo porque quando uma parte ama e doa-se mais, expõe uma união frágil no presente e pouco provável no futuro.



É árduo racionalizar a realidade quando o sentimento fala mais alto e tudo o que se quer é estar junto, é fazer dar certo.

Querer sozinho, porém é impossível.

Fato este movido por “n” motivos, sejam pelas visões de mundo, identificações, condições econômicas, disposições, além dos interesses distantes e distintos de uma pessoa para a outra. Aliás, a crença “os opostos se atraem” não condiz bem assim com a realidade.


Às vezes, por mais que amemos, não avançar para um namoro é o melhor a ser feito, tornando-se uma das escolhas menos dolorosas possíveis diante de uma relação e pessoa pouco recíprocas.

Menos ainda há necessidade de estender no tempo o visível, a falta dos bons sentimentos e afetos mútuos.

Um motor da felicidade é a pouca expectativa e cabe a nós aceitar o que é e seguirmos em frente, pois o amor próprio precisa figurar.


É assim que em um novo amanhã surgem maiores felicidades.

O não alcance da conquista do amor da pessoa desejada pode ser difícil, mas antes uma amizade do que a total distância.

Antes um contato, ainda que pouco frequente, do que a sua total impossibilidade.

Assim, quando há amor e respeito aos próprios limites emocionais, nem todo amor converter-se em namoro e está tudo bem!

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Direitos autorais da imagem de capa: oneinchpunch / 123RF Imagens

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