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O corpo físico envelhece; sentimentos, não. Eles só se fortalecem com o tempo

Sentimentos não envelhecem. Nós não deixamos de gostar dos nossos pais, tios e avós só porque já fizeram 70, 80, 90 ou 100 anos.



E se alguém deixa de gostar do outro porque envelheceu, provavelmente, nunca tenha gostado. A sintonia entre as pessoas só aumenta com o tempo e com as experiências de vida. A não ser em casos de exceção, como na doença de Alzheimer, por exemplo. Mas mesmo nesses casos, o amor verdadeiro, aquele que cuida do outro, prevalece.

Como é gostoso sentar com nossos pais ou avós e ouvir histórias da época em que nem éramos nascidos, da época em que tinham nossa idade, da época em que seus corações batiam mais forte, em ambos os sentidos. Eles são parte de nós e nós somos parte deles, embora muitos ignoram isso. Nossas histórias se entrelaçam. E já dependemos completamente da história de vida deles para existir. Talvez por isso, em algumas culturas, os idosos são considerados pessoas sagradas.

Mas como em outras culturas, como a nossa, as pessoas conseguem não se importar com os idosos, muito pelo contrário?

A mortalidade de idosos não costuma causar tanta comoção quanto a de jovens que ainda têm “a vida toda pela frente”. Sem contar com os sarcásticos que têm a audácia de dizer “já estava na hora” ou até “já tinha passado da hora, pois viveu muito”.


Não entendo o que leva uma pessoa a demonstrar falta de comoção pela morte de idosos, seja por covid-19 ou qualquer outra doença. Será que alguns pensam que quando envelhecerem irão parar de sentir?

Que o amor dos entes queridos e amigos vai se esgotando com o tempo? Só não sei de onde se tira essa conclusão, além da frieza do próprio coração.

Quando paramos para refletir com a própria consciência, podemos perceber que não é à toa que a “velhice” é chamada de “melhor idade”.


Além dos filmes, na vida real, também existem várias histórias de amor na terceira idade. Muitos idosos se casam e são ainda mais felizes do que eram quando jovens, por não terem mais preocupações com o que os outros pensam, não serem mais tão dependentes dos seus instintos e por terem aprendido a viver cada momento. As dores podem até atrapalhar, mas nada na vida é mais importante do que poder partilhar companheirismo.

Sentimentos não envelhecem, muito pelo contrário, só rejuvenescem e se fortalecem, com o tempo.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Amor. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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