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“pai nosso, que estais no céu”

Pai Nosso!



“Pai Nosso, que estais no céu” …

… e para todo o sempre estará conosco, durante a nossa jornada, na invisibilidade mais presente de todas as existências, e que está no céu e em todo lugar, onipresente, onisciente e onipotente.

“Santificado seja o vosso Nome.”

Santificado seja o que é Santo e, acima de tudo, o Santo dos santos que, por – e com – amor criou a raça humana, com todos os presentes colocados à sua disposição no tempo presente, que ora integram o fascinante Planeta Azul.

“Venha a nós o Vosso Reino!”

Pois o Senhor está em nós, basta abrirmos as portas do nosso íntimo para recebê-Lo com todo amor. Reino que não quer imperar, mas amar e salvar, bem como acolher na “Casa do Pai” circundada e preenchida com paz incessante.

“Seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu.”

Vontade Divina esta que aguarda licença para adentrar nossa vida, cujo livre-arbítrio foi cedido pelo Pai Celestial por amor, e que a opção do livre-arbítrio seja ser guiado por Ele que tudo vê, tudo sabe e compreende fielmente o que é mais recomendável e necessário para a nossa vida.


“O pão nosso de cada dia nos dai hoje.”

Pois deveremos nos ater ao hoje e não gerar preocupações com o amanhã que não existe no agora. Quem possui profunda fé não duvida de que Deus proverá para nós o necessário, no devido momento. O Senhor é o nosso Pastor e a nós nada faltará! Mergulhar a nossa existência no hoje é essencial para resolvermos questões, bem como vivenciarmos inesquecíveis momentos na sua essência.

Não devemos desperdiçar a nossa divina energia, devemos agir como os pássaros que não se preocupam com o alimento do dia seguinte, mas somente com o alimento do agora. Em vez de preocupações, os pássaros desfrutam dos encantos do Sol da manhã, da chuva inesperada que os refrescará e do luar que iluminará a escuridão que dá boas-vindas ao merecido repouso.


Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.”

Assim não podemos julgar outrem, caso não queiramos ser julgados também. Somente Deus nos poderá julgar. Com sua misericórdia infinita, mesmo que não mereçamos o seu perdão, se nos arrependermos de nossas faltas ou excessos, Ele nos perdoará. Acima de tudo, nós, conhecedores dessa realidade da fragilidade humana, devemos exercitar o perdão e abrir portas para que possamos também recebê-lo.

“Não nos deixeis cair em tentação.”

Pois, neste mundo tão material, a humanidade é submetida, constantemente, a momentos de tentação e, por vezes, tão sutis, que não percebemos a armadilha colocada à nossa frente. Assim, por meio das nossas orações, que Deus nos proteja contra esses momentos que tentam nos derrubar.

“Mas livrais-nos do Mal. Amém!”

E que o nosso Pai Celestial afaste de nós qualquer tipo de mal, pois Ele é o nosso Pai Nosso, Pai Nosso ontem, hoje, amanhã e para sempre!

 

Inspiração: “Enigma – Todo começo tem um fim” de minha autoria. Ed. Letras do Pensamento.

 

Direitos autorais da imagem de capa: Rawpixel/Unsplash.

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