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Pausas são necessárias. Um respiro, uma dádiva. A vida acontece aqui e agora

Impossível falar sobre a liquidez do tempo sem citar Bauman e sua genialidade.



Seu questionamento sobre durabilidade é válido mas, pelo menos para mim, parece raso demais diante daquelas vivências que nos levam à beira da eternidade.

O tempo é uma linha tênue.

Para os desavisados, o modo automático parece sustentar a linearidade inventada como engrenagem. Para os despertos, a presença é a autorresponsabilidade de cocriar a nova realidade.

Líquidos e vulneráveis. Líquidos e um tanto perdidos. Quase sempre resistentes, pouco resilientes. Não julgo quem recorra ao vinho. E também sempre existe um chá de alguma coisa que acalme.

A natureza é sábia. Respira. Um gole.


O tempo precisa de tempo. Expansão. Provavelmente, boa parte da humanidade não esteja preparada para essa conversa, já que preferimos a limitação das 24h – aquela história velha conhecida: “O tempo é o mesmo para todos.” Como se a igualdade fosse algo real. Sabemos, não é.

O tempo é múltiplo. O tempo faz perguntas o tempo todo. Como pode melhorar mais? O tempo é o copo meio cheio. O tempo, apesar de líquido, não é perdido. Perdido somos nós, que quase sempre optamos por ser a engrenagem que encaixa. Escolhemos a mente, que mente.


O tempo não é encaixe, é energia. Como está a sua?

Outro gole. Não à toa, faz tanto sentido o “da água para o vinho”. Não importa como, lembre-se, somos líquidos e mutáveis.

“Tempo, tempo, tempo, tempo, és um dos deuses mais lindos…”

O novo tempo já começou, sei também que é o tempo certo. Não é tarde, é só mais tarde…

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Texto escrito com exclusividade para o site O Amor. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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