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Porque as pessoas fazem o que fazem

Todo comportamento é influenciado pelo significado que as pessoas dão a um acontecimento, o que equivale a dizer que importa menos o que aconteceu e mais o que a pessoa sentiu daquele acontecimento.



Segundo o best seller internacional “Disciplina positiva em sala de aula”, dos escritores Jane Nelsen, Lyonn Lott e H. Stephen Glenn:

“Quando os alunos acreditam que não são aceitos, eles geralmente escolhem um dos quatro objetivos equivocados de comportamento: 1) atenção indevida, 2) poder mal dirigido, 3) vingança e 4) inadequação assumida.”

Penso que esse estudo não se aplica apenas às crianças. A motivação para um mau comportamento está alinhada com o desencorajamento causado por necessidades não atendidas.

O psicólogo Abraham Maslow foi precursor da psicologia humanista e é considerado por muitos estudiosos o grande inspirador da moderna psicologia positiva.

Segundo ele, as necessidades humanas se dividem em níveis como de uma pirâmide, vão dos mais básicos ao mais elevado responsável pela autorrealização humana:


Nível 1. Fisiológicas: representam as necessidades inatas, como alimentação, sono, abrigo.


Nível 2. Segurança: envolvem a estabilidade básica relacionada com a segurança física, recursos financeiros, família e de saúde. Todo ser humano tem necessidade de proteção e de se sentir seguro.



Nível 3. Sociais: relacionam-se à afiliação, à vida social, afeição, aprovação e associação, de relacionamento e contatos.


Nível 4. De estima: relacionam-se com a maneira pela qual a pessoa se vê e se avalia. A satisfação dessas necessidades conduz a sentimentos de autoconfiança, valor, força, prestígio.


Nível 5. De autorrealização: são as necessidades humanas mais elevadas, é o que chamamos de necessidades do ser. Elas levam cada pessoa a tentar realizar o próprio potencial e a se desenvolver continuamente como ser humano ao longo da vida. Relaciona-se ao crescimento e aprendizado.

Necessidades não atendidas causam desconfortos que, geralmente, motivam comportamentos inadequados ou infelizes.

A questão é que nem sempre as pessoas observam quais são essas necessidades para atendê-las antes de agir inadequadamente.

Essa observação é o cerne da questão comportamental e, portanto, deveria ser melhor apreciada tanto nas crianças, que são nossas responsabilidades, quanto em nós mesmos, como adultos que buscamos ampliar continuamente a consciência na busca da autorrealização.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Amor. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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