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Quando não souber o que fazer: faça uma prece!

Orar aquece o coração.



Orar nos faz maiores, nos fortalece, nos renova as esperanças, nos floresce.

Orar nos serena a alma, diminui (ou silencia) o barulho interno.

Quando você ora está se permitindo pensar claramente, ordenar as ideias, respirar e sentir o milagre da conexão – mente, corpo, espírito – dentro de você.


Nesse momento, essa conexão com o superior, com o universo, permite que você seja capaz de perceber toda a grandeza que é seu corpo e todo o sistema que o constitui.

Você sente e percebe seus órgãos funcionando impecavelmente, sem se preocupar se eles executarão ou não suas respectivas tarefas, pois eles simplesmente agem, e você confia – e nem pondera sobre isso.

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Ao orar você se organiza interiormente, pois reequilibra seus sentidos e seus sentimentos, e consequentemente, obtém uma maior sintonia consigo mesmo.


Ao orar você se permiti, e aceita, que todos os pensamentos que surjam tenham liberdade de fluir em sua mente, sem nenhuma censura ou crítica.

Ao orar, você também, é capaz de encontrar o que realmente é verdadeiro em seu ser, pois é capaz de diferenciar o que é seu e o que é do outro, como seus valores, hábitos e crenças.

Para esse encontro, de você com o seu eu superior (Deus, Alá, Maomé, Espírito Santo, Anjo da Guarda, Guia, Mentor ou como queira chamar), não há necessidade de longos e intermináveis monólogos, preces decoradas e repetidas sem sentido, ou de rebuscadas palavras, apenas deixar que seu coração exponha o que sente (necessidades, emoções, dores, anseios e expectativas) é mais do que suficiente.

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Independente do teor do seu desconforto, seu coração saberá o tamanho e o conteúdo exato ao afago de que sua alma está necessitada, naquele determinado momento, e se encarregará de tudo.

Confie em seu coração, ele sabe exatamente do que você precisa, mesmo que você mesmo(a) não tenha certeza – todas as respostas já estão dentro de você, é questão de organizar, permitir e confiar.

 


João amava teresa que amava raimundo que amava maria que amava joaquim que amava lili que não amava ninguém.

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