Quando se trata de amor, eu não quero nada difícil!

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Quando se trata de amor, eu não quero nada difícil…



Nada como treinar para uma São Silvestre, ou formatar o TCC nas normas da ABNT, ou como fazer um bebê com cólicas dormir.

Não quero nada parecido com processos seletivos, em que você se sente um idiota o tempo inteiro, faz um monte de testes e nunca sabe se deu a resposta certa… Para algo que você definitivamente não sabe se vai dar certo.

Não quero nada concorrido como passar em medicina, passar em um concurso público, ou algo que me deixe horas olhando para o telefone, rezando para ele tocar.


Não quero alguém se declarando de segunda à segunda, aliás, eu faço parte do clube que não leva em consideração as promessas, mas sim as atitudes.

Não quero nada que me faça exalar insegurança, medo, preguiça…

Eu quero um amor, que além de fácil, seja simples.


Simples como dar as mãos no final da tarde de um domingo preguiçoso, simples como comprar pipocas com manteiga, das quais você sabe que não vai comer, mas sabe que tem alguém que vai lamber os dedos.

Simples como dividir o último pedaço do bolo, como deixar o lado direito da cama reservado, como dividir uma blusa de frio em dias de inverno.

Eu quero um amor simples, em que um dia corrido de trabalho não gere cobranças, mas saudade.

Eu quero um amor simples como bolo de laranja e café preto no final da tarde. Com cafuné e agito antes de dormir, e mais cinco minutinhos tolerantes na segunda de manhã… “Amor, você vai se atrasar…”.

Quando se trata do amor, eu não quero cordas invisíveis que me amordacem, quero cordas invisíveis de afeto que me sustentem, e que me façam acreditar que no mundo lá fora eu posso qualquer coisa.

A vida já é difícil por si só, somos esmagados no trabalho, nos afogamos em competições… Eu quero um amor que me faça lembrar que existe um lugar em que eu posso ser eu.

Simples, descomplicado e lindo, como o um pôr-do-sol.

Eu sei que o amor existe para os corajosos, e querer um amor simples não te faz covarde, te faz maduro. Maduro como alguém que aprendeu que o amor existe pra fazer mais bem do que mal, para curar ao invés de destruir.

Eu quero um amor, que além de fácil, seja amor.

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