Quanto mais você tenta agradar o outro, mais esconde sua essência no poço da infelicidade!

4min. de leitura

Existe algo indiscutível por trás desse agradar: o medo.

Fiz muito isso. Querer agradar o outro em detrimento de si próprio. Sem ter consciência. Achando que sabia o que fazia. Que eu escolhia algo. Parar a própria vida pra viver a do outro. Ficar na cola do outro.



Quantas vezes já não comprei uma roupa pensando que as amigas iam achar legal. Mas eu mesma não gostava. Se são somente as mulheres que elogiam você cuidado, tem algo errado com suas escolhas. Agora, se ambos elogiam homens, mulheres, jovens, crianças… Ok, legal. Você parece estar sendo você mesmo.

Quanto mais você tenta agradar o outro, mas esconde sua essência no poço da infelicidade. Existe algo indiscutível por trás desse agradar: o medo.

Medo de perder, medo de não ser aceito, medo de não ser amado, medo de vexame por ser diferente, medo da solidão. Ao mesmo tempo que existe a possibilidade de crescimento por nos relacionarmos com os outros na sociedade, também existe o impulso de fazer coisas iguais para ser aceito e amado. Para fazer parte do grupo. Esse é o homem gregário. Está no sangue.


A situação boa para ambos, grupo e indivíduo, é quando conseguimos driblar o medo de rejeição, ao sermos autênticos, sem invadir ou desrespeitar o outro, o que acarreta no crescimento do grupo social ao qual pertencemos. Ponto difícil.

Em suma, sugiro que você busque a sua tribo, aquelas pessoas afins, ao invés de se cobrir de máscaras e viver de ilusão ao fazer escolhas para agradar. Isso vale para filho, marido, esposa, amigos, chefe…

Sugiro que você busque a sua tribo, ao invés de  viver de ilusão ao fazer escolhas para agradar.

As máscaras sempre caem, e você fica sozinho de qualquer forma.


Ao fim da vida com certeza você terá evoluído muito mais tendo sido autêntico. Já pensou se o grande Chico Xavier tivesse ficado com medo de aflorar sua mediunidade com vergonha do que os seus amigos e familiares iriam pensar? Se seria demitido? E se Fred Mercury não tivesse tido coragem de cantar? E se Albert Einstein tivesse ficado com vergonha de publicar suas descobertas com medo de ser rechaçado pelo mundo científico? E se Luciano Pavarotti não tivesse cantado ao mundo? O que seria da ópera?

Esses são exemplos de pessoas de grande notoriedade no mundo por suas escolhas. Agora, de volta ao nosso pequeno espaço familiar e social pergunto:

1.O quanto você tem escolhido para os outros?

2.Quantas vidas você tem pra ser feliz?

E como diz Ana Vilela

“A vida é trem-bala, parceiro

E a gente é só passageiro prestes a partir…”

Vale a pena refletir e fazer escolhas com base na sua essência, no que é importante pra você. A dor será inevitável, porém os frutos virão antes do que você imagina. Quanto mais escolhas você faz sendo fiel à sua essência, mais se fortalece e aumenta seu Poder Pessoal. Tenha fé.

E caso não encontre sua tribo, construa a sua própria. Um degrau por dia, um dia de cada vez.

Um beijo! E até semana que vem!

Baixe o aplicativo do site O Segredo e acompanhe tudo de pertinho. Android ou IOS.





Deixe seu comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.