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Queira-se bem que o mundo a quer também. Seja a mulher da sua vida!

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Para sua sanidade e liberdade emocional, não existe esse negócio de “o homem da minha vida e a mulher da minha vida”.



Isso é viagem. Conto de fadas. História de metades baseadas em sagas de amor.

Se fosse para ter esses, então seriam nossos pais e mães, que nos deram a vida. No mais, não coloque ninguém acima de você, numa importância soberana que a faça ser uma metade que anda por aí à toa, em busca de um complemento.

Você vale muito. A vida tem um respeito enorme pelo seu ser. Você precisa de você. Ame-se agora a ponto de atrair apenas seres que vão amá-la com a mesma força.


Respeite seu ser sagrado, que assim também atrairá apenas pessoas que vão ressoar esse respeito por você.

“Tenho medo de ser demais, de estar sendo demais! Medo de mostrar minha sexualidade, minha vulnerabilidade, de permitir fluir meu lado selvagem. Medo de ser histérica! De ser emotiva demais. Que medo do que vão pensar, se eu sair assim, andar assim, falar assim, ser assim!”

Você se identifica mulher? Esse medo é o limitador da natureza autêntica feminina, tão potente e orgástica e ao mesmo tempo tão silenciosa, serena e cavernosa.

Somos cíclicas! Lunares. Nosso ritmo interno pulsa essa magnitude do feminino que nasce, floresce, ilumina, recolhe e acolhe-se.


A mulher já é demais! Essa é a sua natureza, e esse “demais” deveria ser visto como aceito, “normal”, algo que já compõe uma manifestação energética. Como a flor que exala sua fragrância, como o sol que ilumina, a mulher é esse ser “demais”!

Mas, aos olhos de uma sociedade (consciência) medíocre, ela está fora dos padrões, do eixo, da forma que deveria se apresentar ao mundo. Onde já se viu uma mulher livre e audaciosa?

Assim como é a natureza criadora/feminina, o demais é parte de um todo abundante e belo, e que merece e precisa ser manifestado!

O medo está no enfrentamento desse poder! Sim! Quando despertamos para nossas reais essências e damos permissão para simplesmente sermos, vemo-nos naquele ponto fora da curva, mas que faz total sentido.


Você é o que é? Ou o que os outros gostariam que você fosse? Quem são os outros? Estamos todos em desconstrução!

Ser demais é ser a própria natureza repleta de força, potência, beleza e arte manifestadas. Seja!


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