Quem ama cuida, respeita e não mede esforços para fazer o outro feliz

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Devemos primar pela educação, dando tratamento amistoso de igualdade para quem quer que seja. Preferências não acrescentarão em nada, a não ser a nutrição de um amor ferido.



O que mais se vê por aí, nos dias de hoje, é a falta do equilíbrio em todos os tipos de relação. Esse desequilíbrio acaba afetando a harmonia, seja na vida profissional, no seio familiar ou entre os cônjuges.

Devemos primar pela educação, dando tratamento amistoso de igualdade para quem quer que seja. Preferências não acrescentarão em nada, a não ser a nutrição de um amor ferido desnecessário, que não levará a lugar nenhum, mas que causará conflitos internos e externos, minados de mágoa que tendem a ser prejudiciais para todos os envolvidos. Um “joguinho” de prediletismos que se transformará num verdadeiro campo minado, onde ninguém sairá ganhando.

Cautela é a ordem natural das coisas. Na maioria das vezes, fazemos isso sem querer e sem segundas intenções. O mundo se encarrega de unir as pessoas com as mesmas afinidades e as mesmas energias, e isso nem sempre é uma boa opção, dependendo do contexto.


Ninguém gosta de se sentir excluído, muito menos de ser segunda opção. Ninguém é uma máquina fria, sem coração. Somos seres humanos com sentimentos.

E esse tipo inadequado de comportamento leva a feridas na alma de difícil reparação. Um preconceito disfarçado, que corrompe sem se perceber, sem notar e sem maldade, mas capaz de provocar um grande estrago. Um verdadeiro sinal de insensibilidade.

A falta de atenção leva ao amor ferido. Quantas situações vemos em nosso dia a dia e que são exemplos claros disso. Nas situações de egoísmos, podemos citar o marido ou a esposa que só se preocupa com próprio bem-estar, deixando a família em segundo plano, ou seja, quando se é 100% voltado para a vida profissional em detrimento da vida familiar, ou se é 100% voltado aos cuidados com a aparência, em detrimento da atenção, educação e carinho aos filhos, deixando que as babás e a rua desempenhem o papel de pais.

Há ainda aqueles casos em que se é 100% bajulador, de forma exagerada, de apenas um filho, um amigo, um integrante da família, um colega de serviço, um subordinado ou um grupo de pessoas, deixando os outros numa posição de desconforto, até mesmo de exclusão e humilhação. Ou se é 100% amigável com todos, menos com as pessoas de casa. E outros em que se troca o convívio com o companheiro(a) e os filhos pelo do convívio com os amigos ou os vícios.


Quando há dosagem de equilíbrio, tudo fica bem e todos saem ganhando.

É uma questão de qualidade de vida e de amor ao próximo, capaz de fazer a diferença em qualquer lugar e em qualquer tipo de relação saudável.

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