Quem se obriga a viver de aparências se torna o mais perfeito retrato da infelicidade

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Podemos ser felizes o tempo todo, se nos afastarmos dos rótulos e rotuladores; às vezes, o que procuramos está dentro de nós.



Quem se obriga a viver de aparências se torna o mais perfeito retrato da infelicidade. Quem acha que não tem “uma vida tão perfeita” quanto a que outras pessoas têm vive se martirizando.

Existe gente que ainda não se satisfez nem com o que tem nem com o que é. Anseia por ter outra aparência, outra vida e mais riquezas, mas não trabalha para alcançar isso. Espera acontecer e se entristece por conta de qualquer besteira, tornando-se prisioneiro da ambição, diminuído pela pequenez da falta de autoestima.

Comparação desmedida é um modo de rejeitar a própria vida. A autoimagem enfraquecida, perto daqueles que considera melhores, representa sofrimento para a alma. E não há pequenas conquistas próprias capazes de trazer alegria; o mínimo de felicidade não interessa.


Viver para satisfazer necessidade de ego cria metas altas demais, quase impossíveis de se alcançarem, cria miséria emocional e dependência sentimental. Fuja disso.

Quem se obriga a viver de aparências se torna o mais perfeito retrato de infelicidade. Tente enxergar todas as realidades por trás das cortinas, muitas vezes escondidas. Muitos têm verdades a esconder que você nunca irá saber e, mesmo assim, fica se medindo por isso.

A grama do vizinho até pode ser mais verde, mas é de plástico ou não está paga. Nunca se meça pela régua de ninguém e, jamais, em hipótese alguma, diminua alguém pra se sentir melhor.

Tenha sonhos e inspirações, mas cultue metas inatingíveis e se afaste de pessoas que a simples presença o faça sentir menos do que você é.


A comparação pessoal, profissional ou amorosa sempre destrói qualquer chance de se alegrar com as suas pequenas ou grandes vitórias. É essencial se reconhecer. É preciso se aceitar. É preciso comemorar a sua vida.

Autoconhecimento não é sobre aquilo que você acredita ser, é sobre aquilo que você pensa não ser. É sobre descobertas, consentimentos, aceitações e redescobrimentos de corpo, coração e espírito.

Podemos ser felizes o tempo todo, se nos afastarmos dos rótulos e rotuladores; às vezes, o que procuramos está dentro de nós.

Conseguimos ser muito felizes, se pararmos, de uma vez por todas, de querer viver somente de ilusões. Busque ser feliz, nunca busque se medir.

Avante!

 

Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Amor: Andrey Kiselev/123RF Imagens.

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* Matéria atualizada em 04/02/2020 às 4:53






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