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Reatividade e a evolução da alma…

Necessitamos mesmo rotular mentalmente cada percepção dos sentidos e cada experiência?



Necessitamos mesmo ter uma atitude reativa em relação à vida (como de quem é viciado em simplesmente reagir, não importando como e nem a real necessidade disso) do tipo gosto/não gosto, bom/ ruim, causando conflitos quase permanentes com pessoas e situações?

Ou será isso somente um hábito mental muito profundo, que pode ser mudado?

Esta transformação não se consegue sem fazer nada, e sim permitindo que o momento seja como ele é (olhando com verdade para si – sentimentos e emoções, e não para acontecimentos).

Quando você desperta verdadeiramente, perde o interesse pelos que ainda estão adormecidos.


Por isso, quanto mais você voa, menor fica aos olhos de quem está enraizado, apenas reagindo e alimentando o ego.

E enfim, toda pseudo análise, rótulo e julgamento são alimentos e tentativas de proteção ao ego.


O despertar será sempre entre você – ego e essência. E nunca entre você e outras pessoas ou acontecimentos.

Reflexões a partir de Eckhart Tolle- A Voz da Serenidade.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Amor. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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