Saia dessa vida mais ou menos!

5min. de leitura

Ninguém gosta de uma relação “mais ou menos”. Mas aceita. Aceita porque é de graça. Aceita porque é de bom coração. Aceita porque não exige quase nada. Aceita porque se acostuma.



Basta fechar os olhos e empurrar com a barriga. Basta abstrair-se e pensar em outra coisa. Outro mundo. Outra realidade. Outra fantasia. Outros tantos. Outros contatos.

Em vez de se jogar por inteiro. Em vez de se entregar. Em vez de estar inteira. Em vez de se render. Em vez de saborear. Em vez de se lambuzar.

Ninguém gosta de nada “mais ou menos.” Gostamos de definição, de beleza, de lindas embalagens e de conteúdos significativos. Mas aceitamos a indefinição, o bonitinho, a loção de barba vencida, a embalagem de papelão, o conteúdo sem expressão.


Ninguém gosta de coisa nenhuma “mais ou menos.” Gostamos de um bom emprego, de um bom carro, de um bom salário, de uma boa casa, de um bom princípio. Mas aceitamos um emprego miserável de ruim, o carro velho, a casa caindo, e um mau princípio. Sempre esperando que o fim seja melhor.

E o que você faz no meio, entre o princípio e o fim? A questão é: nada vai se adequar ao seu gosto, se você aceitar passivamente o seu desgosto.

Nada virá de bandeja na porta da sua casa “mais ou menos”, ou do seu trabalho “mais ou menos”, dizendo: “pessoa mais ou menos, saia dessa vida, largue o menos que eu te darei o mais.” Não é assim que funciona. A vida funciona sob pressão aplicada com intencionalidade em determinado objetivo. Que é seu. Não é do vizinho. Não é de mais ninguém.


Qual é o primeiro “mais ou menos” que você deseja tornar bom, perfeito e agradável? Ou ótimo, lindo, e maravilhoso? Qual é o primeiro “mais ou menos” que ao se tornar “mais” terá a chance de alavancar todos os outros “mais ou menos” para cima? Foque nesse.

Trace estratégias, melhore conteúdos, ressignifique a história, desocupe espaços, abra intervalos para que as metas que você traçar em busca do seu MAIS possam ser realizadas com intencionalidade, dentro de um cronograma pré estabelecido, realista, e viável.

Não espere moleza. Ela não virá. O MAIS só vem depois de muito trabalho, estudo, esforço, empenho, e dedicação. E se você aliar tudo isso, com oração, virá mais fácil.

Lembre-se que para ressuscitar Lázaro, Jesus pediu que os homens tirassem a pedra. A parte que te compete é a pedra que você precisa tirar. Tire essa pedra para ressuscitar todos os sonhos maravilhosos da sua vida.

Há dois tipos de pessoas “mais ou menos”: as que sabem que a sua vida está inteirinha “mais ou menos”, e se entristecem com isso, e vivem o desespero de saber-se “mais ou menos,” e as que sabem que a sua vida está inteirinha “mais ou menos,”mas estão acomodadas.

Felizes nunca. Ninguém que tenha consciência do “mais ou menos” consegue ser plenamente feliz com o “mais ou menos.” “Mais ou menos” é o feio enfeitado, é o dente provisório, é o vestido remendado, é o cavalo sem dentes que te foi doado.

Quem gosta? Ninguém gosta. Mas aceita. E o que era para ser provisório corre o risco de se tornar definitivo. Tenha em mente que o “mais ou menos” é sempre aquilo ou aquele que procura um correspondente “mais ou menos”.

O semelhante atrai o semelhante, é uma lei universal. De alguma maneira, você que está profundamente insatisfeita com o “mais ou menos” entrou no universo das coisas e das pessoas “mais ou menos.”

E se você não está feliz com essa situação “mais ou menos” saia desse lugar que ele não te pertence. Saia enquanto há tempo. Há um momento na vida “mais ou menos” em que o “mais ou menos” se torna “menos, e menos, e menos.”

A partir desse ponto, não há mais possibilidade de virada. Ou na melhor das hipóteses, há uma chance muito pequena de virada. Portanto, a hora é agora. O dia é hoje.

Não deixe para começar amanhã o que poderia ter sido concluído ontem.

Baixe o aplicativo do site O Segredo e acompanhe tudo de pertinho. Android ou IOS.





Deixe seu comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.