Seguir o fluxo…

2min. de leitura

Passados meses que eu me separei e ficava tranquilamente fazendo “minhas coisas” (leia-se: passar um dia lendo um livro, cozinhava, pintava, passeava no parque) e sem o menor anseio em frequentar bares ou discotecas, algumas amigas me diziam:



– Você precisa sair! Se separou e precisa conhecer alguém novo… Se ficar em casa e fazer esses seus programas naturebas sozinha, não conhecerá ninguém.

Eu respondi:

-Se for para conhecer alguém, conhecerei onde eu estiver: no supermercado, em um café, em um museu, em um curso. Tropeçando na rua. Em uma viagem… é o tipo de coisa que “acontece” e não que se vai atrás.


Internamente fiquei em paz porque acredito nisto, e na minha vida, isto se comprova como verdade absoluta todo-santo-dia. Se cuido do meu jardim, as borboletas de fato vêm até ele. Eu não me interesso mais para sair de balada e ficar horas em um bar. Se eu for até esses lugares para conhecer uma pessoa provavelmente conhecerei pessoas que não permanecerão muito em minha vida.

Ao chegar em Portugal, mesmo sem ter amigos, mas lendo meus livros sobre “os meus baratos”, frequentando lugares do “meu barato”, encontrei pela internet uma casa para dividir com uma menina que nunca conheci antes e que temos em comum muito dos “baratos”.

Acho que a vida é um rio… devemos ter fluidez no nosso movimento. Este mesmo rio às vezes passa por ribanceiras, e a gente se joga sabendo que há um ritmo sábio e mais forte por trás de tudo.


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