Transformação e limites…

2min. de leitura

Saudações,



Arquimedes, o gênio matemático, há mais de dois mil anos desenvolveu o conceito do limite a partir do desenho de um quadrado.

Perceba que ao desdobrarmos os seus quatro lados, este se torna um octógono (oito lados), desdobrando novamente, um hexadecágono (dezesseis lados) e seguindo assim sucessivamente, 32, 64, chegando ao ponto que cada lado da figura torna-se tão pequeno que se confunde com um ponto e aí, todo quadrado torna-se um círculo. Este momento é o limite.

Interessante? Também achei.


Então vamos desdobrar esta conversa trazendo este conceito para a vida, nosso dia a dia.

Todos nós temos nossos limites, mas de certo, a grande maioria não se desdobra até ele, preferindo diante dos obstáculos, não se desdobrar, mas sim, se fazer de vítima das circunstâncias atribuindo a culpa dos problemas a fatores dos mais diversos, desde o contexto político do país até um possível trânsito astrológico, sem por nenhum momento, buscar exigir de si um esforço a mais.

Todos nós temos nossos limites e é atingindo estes limites que nos transformamos como no conceito matemático de Arquimedes e deixamos de ser um limitado quadrado para nos tornarmos um círculo, capaz de girar sempre, o que significa capacidade de movimento, e, capazes de não termos lados fechados, o que significa capacidade de termos mil possibilidades de nos abrirmos para a felicidade.


Pense nisto. Existe um esforço a mais ainda a ser feito na busca do que procuras.

Vamos sim. Vamos buscar nossos limites. Depois me conta.

Só para registro e atitude.

Fecha o pano.

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* Matéria atualizada em 08/12/2016 às 4:41






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