Você é responsável pelo que sente.

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Como você reage à vida? 



Nos últimos tempos, tenho prestado atenção na maneira como eu – e tenho certeza que você também –  temos nos revoltado com as coisas, e quando eu falo coisas, quero chamar a sua atenção para muitas situações, como por exemplo, a proposta de emprego que não deu certo, o namoro que fracassou, o dia que foi um grande inferno astral, o casamento que se rompeu e os amigos que sumiram, e não para por aí.

A  gente costuma brincar de jogar a culpa no outro. Fazemos e acreditamos ser só brincadeira, mas não é.

Quando não nos responsabilizamos pela nossa vida, empurramos a culpa do que não foi como imaginamos para o outro; o outro, até achar alguém que a pegue… É como se fosse a brincadeira da batata quente, em alguém a culpa vai sempre explodir.


Mas, vem cá, vamos pensar juntos, se as suas expectativas não estão sendo supridas, você é responsável por isso.

Primeiro, porque a expectativa é a rota para a frustração. Segundo, que ninguém tem culpa do que te acontece. Terceiro, você precisa aprender um pouco mais sobre autorresponsabilidade.

Não é fácil, mas é possível. Se quiser, podemos continuar nossa lista:

Quarto motivo: a vida é 10% o que te acontece e 90% o que você faz diante disso.


Quinto motivo: os sentimentos que afloram em você, diante de uma situação, são seus e não do outro.

Sexto motivo: você é único e tem a chance de infinitas possibilidades.

E assim por diante, vida que segue, vida que é.

Outro ponto que gostaria que refletíssemos juntos é sobre a palavra culpa, e confesso que essa palavra nunca soou bem aos meus ouvidos. Será mesmo que alguém tem culpa de algo?

Tendo como ponto de partida que cada pessoa é e faz o que pode no momento específico. A culpa talvez seja apenas uma maneira de redirecionar situações e circunstâncias más sucedidas e usar como proteção para outras. Existe gente demais com medo e gente de menos usando o amor como forma de viver.

A nota baixa na Universidade, a discussão com o vizinho, o cocô do cachorro que você pisou virando a esquina, a traição do seu parceiro, a falta de dinheiro no fim mês, as segundas-feiras que você não queria levantar da cama porque você acha um saco. O que você tem a ver com tudo isso?

Muita coisa, porque essa pode ser a maneira como você tem reagido à vida, com descuido, negatividade e um punhado de más vibrações.

Tudo isso pode ser a maneira como você vem se sentindo nos últimos tempos e, se for, é preciso parar e respirar e começar a se fazer perguntas criativas.

De como eu posso mudar o que me acontece?

Como eu escolho reagir diante de determinada situação?

E por fim tomamos como algo importante uma afirmação e reflexão:

“Eu sou responsável pelo que eu sinto.”

Nós nos revoltamos com muitas coisas e está tudo bem em sentir assim. A revolta pode ser o início de uma revolução interna. Seja revolucionário consigo mesmo.

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Direitos autorais da imagem de capa: andreypopov / 123RF Imagens

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