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Você foge da dor ou busca o prazer?

Você deve estar surpreso com a pergunta, afinal a gente vive perseguindo a felicidade e prazer, não é?



Antes de mais nada, responda à pergunta com muita sinceridade. Pense antes com carinho, se você costuma se mobilizar na vida fugindo do que dói, se a zona de conforto tem mais espaço na sua vida, ou se você vai atrás do que dá prazer, do que traz felicidade.

Parece óbvio? Leia até o fim e, tenho certeza que vai se surpreender!

Todos nós temos duas poderosas forças que nos mobilizam para colocar em ação tudo aquilo que queremos: a força de fugir de tudo o que causa dor e a força de buscar tudo o que causa prazer.

Garanto que você ao responder à pergunta acima pensou que é simples, claro que busco a felicidade! Vou te dizer que curiosamente, estudos mostram que 80% dos seres humanos são movidos a fugir da dor e apenas 20% sentem-se impulsionados a agir por algo que lhe causa prazer.


Ou seja, é mais fácil ficar “sentado” quando está tudo bem em vez de “levantar” para buscar algo que deseja. Porém se tiver algo incomodando, causando dor, pulamos e ficamos em pé rapidamente, não é mesmo?


Cada um de nós aprendeu formas de fugir da dor e de buscar prazer. Uns fazem isso bebendo, fumando, ou comendo compulsivamente. Outros fazem se exercitando, trabalhando, conversando, ou ajudando outras pessoas.


Gosto de refletir através de histórias:

Certa vez, um motorista ao entrar num posto de gasolina ouviu um cachorro deitado e chorando num canto, e perguntou ao dono do posto porque ele estava chorando daquele jeito.

Ele respondeu: – Porque ele está deitado em cima de um prego.

O motorista curioso: – Por que ele não levanta, então?

O dono do posto concluiu: – Porque não deve estar doendo tanto assim.

Será que você já esteve nessa situação? Deitado “em cima dos pregos”, reclamando da dor que causa, mas não se levantou ou demorou para se levantar, pois não estava doendo tanto assim?

Se prestar bem atenção a sua volta, com certeza vai rever a crença de que nos movemos para a felicidade e não que preferimos apenas fugir da dor. Provavelmente você costuma escutar muitos dos colegas de trabalho, familiares, amigos, reclamando de relacionamentos que não estão satisfazendo, mas não tomam atitude alguma para mudança. Ou escutar reclamações sobre o trabalho, o estudo, que se arrastam por meses, anos talvez e, pior ainda, quando você gera uma solução a pessoa dá uma desculpa qualquer e continua na mesma.

Conhece pessoas que sonham que chegue final de semana, pois não estão satisfeitos no trabalho, ou aquelas que odeiam fim de semana porque estão com as relações afetivas abaladas?


E o que fazer para reverter essa situação?

O que fazer para parar de fugir da dor e buscar prazer?

O primeiro e mais importante passo é perceber o prazer dentro de si mesmo. Quando estamos voltados para fora, buscando e trocando “os prazeres” desejados, geramos ansiedade, frustração, angústia, pois eles têm um “tempo de validade”. Como assim? Isso mesmo!

O prazer, a felicidade, são construções que temos que fazer. Nós esperamos encontrar fora, algo que precisa ser construída dentro de nós. E apenas essas mudanças de crença e de atitude leva ao caminho certo. Pode confiar!

Preciso estar bem com a gente mesmo, cultivar a positividade, para poder realmente conectar com o que faz a gente feliz. E o que é?

Estudos mostram que são coisas simples que mobilizam a felicidade:

  • Estabelecer relações sociais
  • Fazer o que gostamos (atividades profissionais ou de lazer)
  • Cultivar a fé, independente de religião ou crença
  • Ter propósito de vida

Mas, é claro, que mesmo que a gente cultive esses pontos, se não cuidarmos bem do nosso cérebro, mantendo “as químicas boas” equilibradas, tudo fica mais difícil. Por isso não acabamos o que começamos, por isso bate o desânimo e a gente adia, porque não cultivamos um solo bem fértil antes de buscar esses fatores que geram felicidade e prazer.

Você até pode dizer: mas tenho tanta fé e não adianta, não consigo mudar; ou, tenho muitos amigos, mas me sinto sozinho, mesmo rodeado deles…

Da mesma forma como a orquestra precisa de vários fatores para conseguir uma harmonia, nós também precisamos. Essa construção exige paciência e persistência, porém com a certeza que vale a pena.

Comece hoje essa construção, mas não espere o prédio esteja todo construído, com detalhes, rapidamente. Curta cada etapa, comemore e aí sim, alcançará esse bem estar, esse prazer e, consequentemente, você se sentirá mais pleno, saudável e feliz

Abraço carinhoso, liberando bastante ocitocina para você ter a força de iniciar, de continuar, de persistir…

Isabel

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Texto escrito com exclusividade para o site O Amor. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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