Comportamento

Ao descobrir câncer, com 6 meses de gestação, mãe se recusa a abortar e decide lutar pela vida!

Ela diz que não importa o quão jovem uma mãe seja, seus instintos de proteger o filho serão sempre ferozes!



Esta história é sobre como uma mãe se transforma para proteger a vida de um filho. Geralmente vemos casos de mulheres que são capazes de se sacrificar para que eles tenham a chance de sobreviver. O amor materno, quando enche o coração, é inigualável e incondicional.

Tracey Ferrin hoje está com 36 anos, mas desde nova passou por desafios complicadíssimos. Diante deles, ela precisou tomar uma decisão muito difícil. Quando tinha 18 anos, descobriu um câncer superagressivo e raro.

A notícia por si só já é impactante e forte, mas Tracey tinha uma filha de 10 meses e estava grávida! Já era um caso complicado ela ser tão nova e ter osteossarcoma, sendo gestante, dificultava ainda mais.


Por causa disso, os médicos lhe aconselharam a interromper a gravidez e iniciar, o mais rapidamente possível, seu tratamento. Mas o que ela fez foi exatamente o contrário.

Seu depoimento ao Love What Matters mostra o quanto a força de uma mãe é capaz de transformar tudo à sua volta. O diagnóstico sobre sua doença era ruim, o câncer se espalhou em seus pulmões e a sua taxa de sobrevivência era de 40% em cinco anos. Caso se espalhasse ainda mais, a taxa desceria para até 15%!

Direitos autorais: reprodução Instagram/@traceyferrin.


Mesmo assim, tudo o que ela pensava era em salvar a vida do filho que estava gerando. Os médicos, porém, queriam que a sua fosse salva e a orientaram diversas vezes a abortar. Mas Tracey tomou a decisão de não interromper a gravidez. E assim o fez.

Chegaram a um consenso de que ela faria o tratamento depois de seu terceiro trimestre, quando sua filha já estivesse desenvolvida o suficiente. Era a única maneira que essa mãe viu de ter uma chance e lutar por ela.

Quando fez seu primeiro ciclo de quimioterapia, seu marido a deixou. A justificativa foi de que ele não conseguia ficar parado vendo a garota que tanto amava morrer. Ela acabou pedindo o divórcio depois de conversarem a respeito.


Tracey se viu sozinha, passando por ciclos de quimioterapia, com duas filhas. A mais nova nasceu 6 semanas antes e precisou ficar internada na UTI neonatal. Enquanto isso, mais uma sessão de quimio esperava Tracey.

Logo após, ela foi submetida a uma cirurgia de 13 horas. A equipe médica estava descrente, achando que ela não conseguiria sobreviver e passar o Natal com a família, mas essa mãe garantiu que sim. Ela sobreviveu.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@traceyferrin.


As dificuldades foram imensas, os ciclos de quimioterapia a deixavam muito fraca e debilitada, levando-a querer desistir e pensar que a morte seria muito melhor do que aquele sofrimento todo. Ela realmente queria isso por achar uma alternativa melhor do que sua atual realidade.

Outra decisão precisou ser tomada por ela. Sentia que seu corpo estava se desligando e não ficaria viva, se concluísse as últimas rodadas do tratamento. Optou por parar com as sessões.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@traceyferrin.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@traceyferrin.

 

Não foi nada fácil, precisou reaprender a andar, por causa de complicações de seu câncer – perdeu grande parte da densidade óssea de suas pernas. A recuperação era dolorosa e lenta, mas ela mostrou que uma mãe retira forças de onde não existe mais para sobreviver pelos seus filhos.


Um ano depois da decisão, casou-se novamente com o homem de seus sonhos, provando que todo sofrimento, mesmo que tão atroz, não dura para sempre.

Ela conclui seu relato afirmando que, se tivesse dado ouvidos ao conselho inicial do médico, sua filha mais nova não faria parte da família. Uma garota saudável e feliz, que está no último ano escolar. Um doce de pessoa, que tem um futuro brilhante pela frente.


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