Como vencer os nossos medos…

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Temos uma tendência a atrair para nossas vidas os nossos medos, pela energia da atratividade. Quando um medo insistir em contaminar a sua mente, decodifique-o com afirmações positivas, repita continuamente que isso não faz parte de você, que não tem medo disto, que a energia da vitória e da realização e do bem acontecer é a energia máxima de sua vida.



Quando assumimos a crença positiva expulsamos através da força da mente as barreiras que o medo impõe a nós mesmos, criando uma energia positiva que impregna positivamente o nosso subconsciente moldando nossas ações para a realização, para o acontecimento positivo, distanciando-nos de que o medo vire uma realidade. Além disso, o mundo é energia, quando temos uma crença positiva e enviamos esta energia para o Universo, o Universo tem uma tendência a nos devolver o que nele exalamos pela grande lei da meritocracia…

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Não há um segredo para viver bem neste grande solo de aprendizado da vida terrena, as respostas estão a nossa frente o tempo todo, é só prestarmos atenção nos sinais. A vida o tempo todo nos sinaliza que somos a força da própria vida, que se colocamos energia naquilo que fazemos, sem medos, a entregar tudo ao Universo com uma crença positiva, temos uma tendência a sermos congratulados com o sucesso. Que se acreditamos em nós e assumimos a ousadia de fazer, de tentar, de lutar, temos uma tendência a sermos congratulados com a vitória, sim, a vitória está na luta, quem luta já tem realização pelo simples ato de fazer e de não padecer na inércia da vida e o resultado ou a vitória final acaba por acontecer.


Quem acredita em si e expulsa continuamente os seus medos, abre a sua mente para observar os sinais do Universo e quando estes sinais veem, é como se visualizasse nesta oportunidade a grande chance de um novo começo, capaz de leva-lo as ondas da realização, da plenitude, da vivência de uma nova etapa. Sem medo, começam a surfar nestas ondas que o Universo colocou frente a sua vida para navegarem no mar da realização, da completude, da serenidade e da paz.

No entanto, temos que entender que os medos possuem diferentes raízes e que isso traz repercussão as nossas escolhas de vida. Oriundas da memória da alma, ou memória da infância, quando em algum momento não teve o apoio paternal e maternal necessário, o adulto passa a ter posicionamento na vida com fuga da coragem, está preso à insegurança que nasceu na sua infância, talvez com força do reflexo da alma, o que pode ter acontecido por excesso de amor e excesso de proteção ou até por falta de atenção, quando os pais envoltos em suas vidas sem perceberem acabam por negligenciar o desenvolvimento adequado dos seus filhos, sendo, por vezes, demasiadamente ríspidos e não permitindo a criança capacidade de escolha, de análise, enquanto sua personalidade estava sendo formada. Portanto, seja o medo do adulto oriundo de uma criança protegida que o pai deu tudo, protegeu tanto, cuidou tanto que a criança se transformou num adulto frágil sem capacidade e força de escolha, ou de uma criança que foi demasiadamente cobrada, coagida, sem ter o amor e o equilíbrio necessário, o medo acaba por se transformar no grande problema do adulto, que nada mais é, seja por qual motivo for, resultado de uma falta de equilíbrio no desenvolvimento de sua infância. E não podemos deixar aqui de mencionar aqueles que nem pais tiverem e que soltos pelo mundo das adversidades sofreram os mais diferentes tipos de agressões. Mas a intenção deste texto não é enfatizar sobre as diferentes origens do medo, embora eu considere importante mencionarmos algumas para análise e reflexão, a intenção deste texto é voltarmos a nossa atenção para a nossa grande capacidade de superação.

O que podemos fazer diferente para termos resultados diferentes? O que podemos fazer para nos livrarmos de nossos medos e passarmos a ter uma vida realmente livre? Só é possível sermos livres quando estamos livres dentro de nós mesmos. E não há um outro caminho para a felicidade se não for através do encontro da verdadeira liberdade.


E não é preciso aqui mencionar que o medo ou medos em demasia é a maior prisão que o homem pode a si proporcionar. Quando temos medo e sentimo-nos inseguros numa escolha ou num posicionamento, somos assolados pela energia do conflito interno, pela energia da dúvida, por uma energia destrutiva que nos corrói por dentro.

Quando temos medo do que as pessoas vão falar sobre nossas escolhas, sobre nossas vontades, sobre nossas realizações, com preocupação em demasia no julgamento externo, é porque temos medo de julgamentos por talvez ainda não estarmos limpos da própria energia do julgamento, e se julgamos aos outros, temos medo de que julguem a nós mesmos.

Quando temos medos de sermos rejeitados, ou porque fomos rejeitados na infância ou porque trazemos isso na memória da alma, acabamos por às vezes rejeitar sem conseguir nos entregar ao amor, com medo de que a ruína aconteça e sofremos com a perda e rejeitados de novos passamos a ser.

Quanto temos medo de fazer um investimento é porque estamos mais preocupados com o que podemos perder do que com o que a ideia criativa pode nos trazer de retorno financeiro, é só uma questão de energia e de crença naquilo que estamos a fazer, não que análises conscientes não sejam necessárias, mas não é possível ser um grande empreendedor de sucesso se não arriscar crente de que o Universo vai lhe brindar com o acerto.

Quando os pais na infância dá a uma criança tudo o que ela quer, protegendo-a o tempo todo, esta criança geralmente se transforma num adulto que não sabe perder, que não sabe abrir mão de um brinquedo, mesmo a vida já tendo lhe mostrado que este brinquedo já não lhe serve mais, já não possui capacidade para lhe fazer feliz e encher seu coração de harmonia e paz, e este adulto reflexo desta criança, por medo de perder a proteção que em sua memória infantil registrou que está no sempre ter, em protegido ser, acaba por não conseguir abrir mão da matéria ou de relacionamentos fracassados, de insucesso, que a vida já lhe mostrou que não adianta continuar, e sem perceber começa a ser um grande problema na vida dos outros, com seus medos o tempo todo assumi uma posição de posse, querendo possuir, prender e cobrar a atenção de quem a vida já lhe mostrou que não quer mais ao seu lado continuar. Reflexo do medo oriundo do excesso de proteção, de quem tudo teve, de quem teve os pais o tempo todo para lutar para lhe proporcionar o que precisava, este adulto acredita que tem que ter tudo o que quer, por medo de em algum momento da vida não ter tudo como foi em sua infância, mesmo a vida já tendo lhe mostrado que isso está a interferir no fluxo harmônico do seu processo, trazendo momentos ruins ao outro, aos outros, e principalmente a si mesmo.

O medo em demasia de ter uma doença ou uma complicação de uma disfunção, e o foco nisso o tempo todo, ao invés de trazer saúde, contribui para adoecimento do físico, sim é o reflexo do adoecimento da alma que não pode resultar num físico saudável.

O medo de mudar de direção acaba por estacionar as pessoas em ondas de constantes fracassos, porque contaminados pela energia do medo não conseguem enxergar que onde estão não possuí mais chance de progressão, de realização, de completude, estão tão preocupados com a energia de um futuro fracasso numa nova tentativa que não percebem que o que estão a viver é o maior fracasso que na vida podem ter, porque não lhe permitem mais crescer, estão estacionados na inércia do medo, ou da baixa realização.

Poderia aqui citar mil tipos de medos, que o tempo todo assola a mente humana nos diferentes processos relacionais, mas o que realmente importa é o que vamos fazer para trabalharmos estas emoções que lá atrás ficaram registradas e que em medos se transformaram.

E trazer um problema a luz da consciência é o primeiro passo da superação, do enfrentamento. Todas as vezes que trazemos um problema a nossa mente, pensamos e refletimos sobre ele, estamos dando chance a nós mesmos de saltarmos, de encontrarmos as respostas dentro de nós mesmos para a superação. Portanto, é sim esse o primeiro passo.

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Sugiro que liste em uma folha de papel quais são todos os seus medos, um por um. Divida esta folha de papel em três colunas, numerando e sequenciando tudo. Na primeira coluna coloque quais são os seus medos, na segunda coluna tente puxar pela sua memória onde este medo nasceu, onde se originou e na terceira coluna coloque o que você pode fazer para libertar-se dele. Quando terminar este exercício e trazer a luz da consciência quais são seus medos comece um forte exercício de decoficiação, ou seja, comece a mandar informações contrárias, evitando sempre a palavra não. Exemplo: Se você tem medo da rejeição comece a afirmar algo positivo em relação a isso: ” Sou um “Ser uno e completo”, nasci para ser feliz, a rejeição faz parte do passado, terei uma vida de sucesso, livre e feliz e envolta por pessoas que me amam e respeitam-me valorizando o grande “Ser que sou”.

Repita isso muitas vezes ao dia, ou até sentir que esta energia em relação a este medo foi dissipada.

Com exercícios simples como este você estará decodificando a sua mente de energias do medo, ou de outras energias menos boas, fazendo uma renovação sensorial, e uma construção positiva em busca da paz interna.

A vida é um constante exercício, é um constante movimento. E esperar que tudo se resolva sem envolver trabalho e energia de luta é utopia, não realidade. Portanto, sugiro que comece já, se ainda não conseguiu o despertar para uma construção positiva na sua vida é hora de começar. Uma mente positiva, livre de medos, é reflexo de um “Ser” verdadeiramente livre. E um “Ser” verdadeiramente livre é um ser realmente feliz…

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