Comportamento

Conheça a história real que inspirou o filme da Netflix “Paternidade”

A jornada emocionante de um homem que perdeu a esposa 27 horas depois que ela deu à luz, precisou lidar com o luto e criar a filha, virou um lindo filme!



“Paternidade” é o novo filme da Netflix e já está se transformando num verdadeiro sucesso. Ele foi baseado na vida de Matthew Logelin, que precisou lidar com a morte da esposa e uma bebê recém-nascida.

Matthew namorou por anos e se casou com a namorada da adolescência, Lis Goodman, em 2005. Em 2008, nascia Madeline Elizabeth, de uma cesariana de emergência. Maddy veio ao mundo prematuramente, mas apesar de chegar sete semanas antes do tempo esperado, ela e sua mãe pareciam estar bem.

A fatalidade ocorreu 27 horas depois do parto. Liz desmaiou e morreu por uma embolia pulmonar que os médicos não identificaram. A partir dali, a luta do pai era de conviver com o luto e tentar superá-lo para criar a filha.


Em 2011, ele escreveu “Dois beijos para Maddy: uma história de amor e perda”. O livro retrata suas memórias e documenta sua jornada com Liz e o período de luto após sua morte. Ele relata na obra que encontrou uma poderosa rede de apoio na internet, através de seu blog.

Direitos autorais: reprodução Twitter/@mattlogelin.

O livro serve de base para o filme da plataforma de streaming. Segundo as informações do Decider, Matthew disse que o filme tem algumas modificações, mas nada que transforme a essência da história. No livro, o foco são as experiências dele como pai no ano seguinte à morte de Liz e, no filme, retrata os primeiros anos escolares da filha.

O ator Kevin Hart deu vida ao personagem, que enfrenta uma batalha ao lidar com as dificuldades da criança na escola, a família da falecida esposa, sua carreira, o luto persistente e a chance de reencontrar o amor.


reprodução Instagram/@netflixbrasil

Direitos autorais: reprodução Twitter/@mattlogelin.

Matthew disse que a personalidade da sogra ficou diferente no longa. Ela foi retratada de uma forma mais arrogante, mas garantiu que na vida real ela é doce e maravilhosa. Mesmo com as mudanças no filme, o escritor elogiou a maneira como tudo foi retratado.

Declarou que se emocionou com a cena no hospital, quando a esposa desmaiou, porque foi retratado como se sentiu, tudo foi muito rápido e horrível. Gostou da forma como os temas universais foram abordados e toda a família pôde se identificar. Relata que há amor e felicidade, tristeza e morte, e o que resta depois disso tudo. Ficou feliz com o resultado ao ver que o mais importante foi preservado, que eram esses sentimentos, concluiu.


Não me julgue ser péssima mãe por causa da birra do meu filho!

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