Comportamento

Jovem viaja com irmã adotiva de 4 anos, é discriminada e acusada de sequestro por ser negra

A menina diz ter sofrido discriminação racial por causa da cor da sua pele. Sua irmã adotiva é branca e funcionários da companhia aérea a acusaram de traficar crianças!



Um caso chocante aconteceu no aeroporto de Dallas, nos Estados Unidos. Uma jovem de 21 anos, com sua irmã, foram abordadas ao desembarcar. Policiais perguntaram à criança se ela conhecia a jovem e qual a ligação de ambas.

Enquanto viajavam, Lakeyjanay Bailey percebeu que os funcionários da companhia aérea traçavam seu perfil e a acusaram falsamente de sequestro depois que um passageiro comentou com a tripulação sobre estar preocupado pelo fato de ela estar acompanhada da criança.

Bailey contou ao The Grio que, depois do desembarque, enquanto caminhavam pelo aeroporto, foram abordadas por policiais que lhe perguntaram se havia algum problema em falar com ela. Outro policial abordou sua irmã adotiva Olivia, de 4 anos, perguntando se ela conhecia Bailey e qual o grau de parentesco de ambas.


Foram várias perguntas para saber se a pequena menina estava em perigo. O tempo todo em que ficaram conversando com elas, Bailey disse que os que passavam olhavam-nas e sussurravam. A jovem conta que, se fosse uma garota branca com uma criança negra, teria sido diferente a abordagem.

A conduta foi feita porque a companhia aérea acionou as autoridades do aeroporto antes de pousarem, por causa de um passageiro que expressou preocupação e conversou com a tripulação, por isso a polícia já estava a postos quando as meninas desembarcaram e as interceptou.

A reclamação foi de um possível incidente de tráfico humano envolvendo uma mulher de 21 anos e uma criança. Bailey disse que os policiais pediram para falar com sua mãe e uma assistente social foi chamada para confirmar a história. Seguiram-nas até a esteira de bagagens e falaram com a pessoa que as buscou.

A jovem relata que sofreu discriminação racial pois, se fosse ao contrário, uma garota branca com uma irmã adotiva negra, não teria sofrido essa abordagem. A companhia respondeu às alegações, dizendo que apenas cumpriu o papel de oferecer segurança a todos os seus passageiros, uma vez que um deles expressou preocupação e comunicou à tripulação.


Outra pessoa que estava perto delas preencheu um relatório por escrito durante o voo para documentar sua preocupação. O piloto foi notificado e sentiu-se na obrigação de relatar o assunto às autoridades competentes.

Por isso apenas seguiram os protocolos estabelecidos quando uma suspeita ocorre. Apesar da explicação, a família de Bailey está considerando processar a companhia aérea por discriminar sua filha e a acusar de algo tão pesado apenas por causa da cor da sua pele.

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