Comportamento

Mãe é humilhada em voo por comissário de bordo, depois de tentar descartar fralda suja de filha

Em entrevista, a mulher contou como foi constrangedor ser colocada na lista de exclusão aérea por jogar fralda no lixo. Proibiram por ser risco biológico e ela precisou pegar de volta!



Uma situação inusitada aconteceu em um voo, envolvendo uma mulher e sua filha. Em entrevista ao Today, Farah Naz Khan disse que se sentiu humilhada por um funcionário da tripulação, que a informou de que estava na lista de exclusão aérea.

No meio da viagem, Farah precisou trocar sua filha e tentou jogar a fralda suja numa lixeira do banheiro. Não imaginou que isso lhe daria um sério problema.

Enquanto retornava para o seu assento, um comissário a abordou e perguntou se o que ela tinha jogado no lixo era uma fralda. Ao responder que sim, o funcionário disse que era “risco biológico”.


A mãe disse que foi impedida de se explicar e o funcionário gritou, pedindo que ela recuperasse a fralda. Totalmente humilhada e menosprezada, Farah teve de pegar a fralda do lixo. Pediu a outro comissário um saco de lixo e ali ficou sabendo que ela não tinha feito absolutamente nada de errado!

O segundo comissário chamou o funcionário anterior, que não quis se aproximar. Diante disso, Farah precisou preencher um relatório de incidente de atendimento ao cliente ao pousar. Ela não entendeu o que aconteceu naquele voo, pois sempre viajou com a filha e nunca teve problemas em descartar suas fraldas sujas.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Farah Naz Khan.

Poucas horas depois, já em solo, ela recebeu um telefonema de um número não identificado. Quando atendeu, era o comissário, que disse a ela que por causa do incidente, ela estava na lista de exclusão aérea.


Farah reconheceu a voz do comissário e achou um absurdo alguém se comportar daquela maneira. Ela já havia sido humilhada e desrespeitada o suficiente, então aquela ligação era completamente desnecessária.

E a história ainda ficou pior, pois a ligação tornou-se assustadora, com o funcionário esbravejando, dizendo que ela levava a filha para todos os lugares e que os passageiros queriam uma viagem tranquila, e não escutando seus malditos filhos.

A ligação estava no viva-voz e o funcionário ainda teve a audácia de dizer que escutava sua filha desagradável ao fundo. Farah disse que é muçulmana e acredita que sofreu racismo, pois quando foi abordada pelo comissário, percebeu um tom depreciativo na sua fala.

Direitos autorais; reprodução Facebook/Farah Naz Khan.


Dias depois da ligação assustadora, a companhia aérea ligou, mas não revelou a identidade do funcionário nem soube explicar como ele conseguiu o número do seu celular. Não recebeu um pedido de desculpas e está pensando em processar a empresa para manter sua família segura.

Concluiu que, por causa de uma fralda, tudo isso aconteceu, imagine se algo mais sério tivesse acontecido durante o voo? Depois que seu tweet foi publicado, mais pessoas compartilharam sua história e agora ela poderá contar com mais ajuda, caso queira levar o processo para a frente.

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