Comportamento

Mãe fala sobre supervalorização do homem na criação dos filhos: “Pais não são ajudantes, são pais”

Com bastante sinceridade, essa mulher falou sobre uma questão que as mães ouvem muito durante a criação dos filhos, quando têm um companheiro.



O papel da mãe na vida dos filhos é único e insubstituível. Por conta da conexão que compartilham desde o ventre, da amamentação e do instinto, as mães muitas vezes passam mais tempo com os filhos do que os pais, ainda que eles sempre estejam presentes.

Elas precisam oferecer uma atenção diferente aos bebês, que dependem de sua presença para sobreviver e se desenvolver de maneira saudável, por isso constantemente encontram uma maneira de equilibrar suas responsabilidades e cuidar de si mesmas.

Investem muito de si mesmas nos filhos, por conta disso, podem se magoar com determinados comentários de pessoas próximas, que em algumas ocasiões parecem “diminuir” seu esforço ao compará-lo com o dos seus parceiros homens.


Laura Mazza, mãe e escritora, compartilhou no Love What Matters um relato bastante sincero sobre o tema, em que desabafa sobre o quanto o apoio paterno é supervalorizado, enquanto poucos realmente veem tudo que as mães enfrentam diariamente.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@itslauramazza.

A mulher disse que gostaria que as pessoas parassem de dizer às mães que “têm sorte” por terem ao seu lado um homem que as ajuda com os filhos.

Isso porque são elas que “carregam” a maior parte da responsabilidade. Laura diz que as mães nunca podem ficar sozinhas, mesmo quando estão no banheiro, e estão sempre ocupadas e raramente conseguem descansar.


Também acrescenta que as mães são “faxineiras”, “árbitras”, “contadoras”, “motoristas” e “enfermeiras”, e que são pressionadas a sempre serem gratas, mesmo nos dias mais difíceis, com a desculpa de que um dia “sentirão falta disso”.

Segundo Laura, além de serem mães em tempo integral, ainda se cobra das mães boa aparência, serem respeitáveis, vestirem-se “imaculadamente”, terem filhos com comportamentos perfeitos, empregos, hobbies e colocarem todos à frente de si mesmas.

Ela desabafou dizendo que, enquanto estão carregando as crianças em seus ventres, são consideradas milagrosas mas que, quando dão à luz, são tratadas como “cidadãs de segunda classe”.

Mesmo com tudo isso, não são elogiadas e ainda precisam ouvir que “têm sorte” por terem um homem que ajuda.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@itslauramazza.

Laura diz que isso não é sorte, é estar em um relacionamento com uma pessoa que a aprecia e faz a sua parte. Além disso, segundo ela, a família das mães também tem sorte por tê-las e elas devem ser tratadas da maneira certa.

A escritora acredita que as mulheres e os homens merecem muito mais do que isso. Segundo elas, os “pais não são babás, não são ajudantes, são pais”, e as mães “não são máquinas e robôs”, elas merecem amor, respeito e muito mais do que ouvir “você tem sorte por ele ajudar”.

Esse foi um desabafo profundo. Qual sua opinião sobre isso?


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