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Menina de 7 anos fica “traumatizada” porque a professora cortou seu cabelo à força. Pai a denunciou

A funcionária da escola cortou o cabelo da criança sem a permissão do pai apenas por ter cabelos encaracolados. Atitude da profissional foi completamente reprovada por ele.



Uma menina de 7 anos passou por um constrangimento desnecessário em sua escola. A pequena Jurnee Hoffmeyer, também de 7 anos, já tinha passado por uma situação parecida no ônibus escolar, quando uma criança cortou seus cabelos.

O pai precisou levá-la ao cabeleireiro para igualar o restante. O pai Jimmy Hoffmeyer entrou em contato com a administração da escola para descobrir o que havia acontecido. Chateado com o que lhe foi relatado, o pai pediu apenas que a outra criança não se sentasse mais ao lado de sua filha.

Dois dias depois, Jurnee entrou chorando em casa e seu pai, preocupado, perguntou o que tinha acontecido, se a menina que havia cortado seu cabelo voltou a importuná-la. Sua filha disse que não tinha sido ela, mas a professora da biblioteca, quem havia cortado seus cabelos.

O pai não conseguiu acreditar no que estava acontecendo, tamanha indignação. Foi na mesma hora para a escola, mas não conseguiu falar com ninguém, porque tinham saído de férias de primavera.

Decidiu chamar a polícia. Mandou um e-mail para a professora Kelly Mogg, para que ela soubesse que ele estava abrindo um boletim de ocorrência contra ela.


Minutos se passaram e a secretária do diretor entrou em contato com Jimmy, dizendo que o diretor não estaria disponível para falar com ele no momento. Apenas uma semana depois. Quando as férias de primavera terminaram, Jimmy recebeu uma ligação da diretoria, desculpando-se pelo ocorrido e que não sabiam o porquê de tal atitude da professora.

O pai perguntou o que aconteceria dali para a frente, pois algo deveria ser feito, e a diretoria disse que a professora receberia uma advertência. Qualquer outra ação deveria ser passada pelo superintendente. Jimmy pediu que a pessoa em questão ligasse para ele, pois ele tomaria atitudes legais, pois o comportamento de sua filha começou a mudar. Seu desejo era ver o sorriso no rosto de sua filha novamente.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@jimmyhoffmeyer.

Jimmy queria que sua filha ficasse fora da escola enquanto a funcionária que cortou seu cabelo fosse responsabilizada. Ele disse em entrevista ao “The Black Wall Street Times” que era um insulto que a profissional continuasse exercendo sua função.

A superintendente perguntou se a família se sentiria melhor se os professores enviassem um cartão com pedidos de desculpas. Jimmy não aceitou e a diretoria insistiu que Jurnee continuasse na escola, pois estaria segura lá e se ofereceu para segui-la, garantindo que nada aconteceria com ela.

O pai obviamente não aceitou e continua enfrentando as barreiras do distrito escolar. Ele pediu as filmagens do incidente do ônibus, mas os administradores lhe negaram, dizendo que já tinham tomado conhecimento e não havia mais nada para ver.

A família não encontrou nenhum aliado na escola, mas a história chegou à União Nacional de Pais, que se mobilizaram e a apoiaram totalmente, pois nenhuma criança merece passar por esse tipo de provação.

Estão inclusive procurando advogados especialistas em direitos civis para a família.

As consequências do que aconteceu com Jurnee foram além de mera chateação. Ela mudou de escola e passou a fazer acompanhamento psicológico, pois parou de comer, está com problemas para dormir e sempre quer estar na presença de um adulto. As fotos dela antes, com o cabelo comprido, mostram uma criança alegre. Nas atuais, ela está sem o brilho no olhar, como se sua energia tivesse acabado, disse o pai entristecido.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@jimmyhoffmeyer.

A União Nacional de Pais está convocando os legisladores de Michigan para elaborarem um projeto efetivo de lei que proteja os alunos desse tipo de discriminação e que haja punição para aqueles que insistem em fazê-lo. O caso ganhou notoriedade, fazendo com que muitas pessoas se juntassem para ajudar o pai na causa.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@jimmyhoffmeyer.

O que achou desse caso? Concorda com a atitude do pai de denunciar a escola?

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