Comportamento

“Meu filho usa vestidos e quer se sentir bonito como suas irmãs.” Mãe afirma que roupas não o definem

Essa mãe declara que todos os pais deveriam deixar os filhos se expressarem da maneira que querem.



Questões de gênero ainda são consideradas um grande tabu para a sociedade, principalmente quando dizem respeito a crianças. Desde que nos firmamos dentro de uma comunidade, nós nos deparamos com padrões mais difíceis de mudar, e quando acontece essa ruptura, há muitos julgamentos.

A história contada ao Love What Matters, por Joanna Minuzzo, é justamente sobre uma mãe sair do padrão com um de seus filhos. Ela relatou que seu menino ama vestidos e quer se sentir bonito, como as irmãs mais velhas. Ela é mãe de três e decidiu contar sua história para que outras possam se identificar.

O garotinho tem 2 anos e meio; as mais velhas, 6 e 7 anos. Ela se considera uma família normal, exceto pelo fato de que seu filho usa roupas de “menina” e ela não liga para isso. Mas as pessoas ao redor não entendem o porquê de essa mãe permitir já que, na visão delas, uma criança nessa idade não tem poder de escolha.


Joanna rebate todas essas alegações, dizendo que ao ver a felicidade estampada no rosto de seu filho por poder usar um vestido foi a prova de que ela deveria deixá-lo se expressar da maneira que quisesse.

Direitos autorais: arquivo pessoal.

Contou que, no dia de seu casamento, ela havia separado três roupas para ele: dois vestidos e um terno. Ele nem experimentou e foi perguntando onde estava o vestido dele de flores, igual ao de uma de suas irmãs.

Os pais decidiram que ele entraria de vestido, igual às irmãs, e assim o fizeram. Joanna comenta que seu filho ainda não sabe que é um menino. Ele se enxerga nas irmãs, e é de uma pureza doce e inocência esse comportamento.


A mãe relata que vai usar vestidos até para ir à creche, lojas, qualquer lugar, porque o que ele veste não o define, é apenas uma expressão de sua personalidade, que no momento é se parecer com suas irmãs. E está tudo bem, na visão de Joanna.

Direitos autorais: arquivo pessoal.

Assim que publicou suas fotos de casamento e as pessoas viram seu filho usando um lindo vestido azul, Joanna recebeu apoio e poucas pessoas pareciam ter algo a dizer sobre isso. Mas deparou-se com comentários que a machucaram, mas optou por não se concentrar neles, pois não lhe importavam.

Foi sua foto ser escolhida por um meio de comunicação e viralizar, que a mãe percebeu que mais pessoas pensavam como ela, porém experimentou o outro lado da moeda. Leu diversas mensagens acusando-a, dizendo que uma criança de 2 anos não deveria decidir o que vestir e que ela havia violado os direitos humanos do seu filho.


Direitos autorais: arquivo pessoal.

Joanna declara que não conseguiu entender por que alguém pensava que sua atitude era maldosa com a criança, pois claramente ele estava feliz e confortável com a própria decisão. Relata que um menino de 2 anos não está escolhendo seu gênero, está apenas se sentindo bem com o que veste.

Para a mãe, o importante é que seu filho cresça confiante e confortável com o que realmente é, não é porque ele é um bebê que não tem vontade própria. Existe uma personalidade nele e ela respeita isso. Para sua família, amar é prioridade e o que suas crianças escolhem para vestir nunca afetará o que sentem por elas. Se isso significa que seu menino use vestido, então que seja. Se suas filhas decidirem usar terno, também não tem problema.

Direitos autorais: arquivo pessoal.


Joanna conclui seu pensamento dizendo que sempre serão amados e aceitos, pois essas escolhas não são más. Reflete que o mundo precisa de mais gentileza e aceitação, e o trabalho dos pais é deixar os filhos serem da maneira que devem ser e amá-los em todas as circunstâncias!

Pai desempregado, que pediu trabalho com bebê nos braços, finalmente consegue oportunidade!

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