Comportamento

“Muito baixos, velhos ou gordos.” Mulher de 62 anos se diz desapontada com aplicativos de encontros

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A analista de tecnologia da informação, Janice, conta que já teve mais de 500 primeiros encontros, mas que pouquíssimos chegaram à segunda vez.



A internet possibilitou uma mudança profunda na dinâmica das relações humanas.

A falsa sensação de proximidade ao se conectar com alguém e as sugestões oferecidas pelos sites e aplicativos, usando sua base de dados de informações, nem sempre são aprovadas por todos.

Para a analista de tecnologia da informação Janice Bryant, de 62 anos, os aplicativos de encontros não se mostraram a melhor opção. Viúva há 16 anos, ela conta, em entrevista ao The Sun, que conheceu o marido ainda na infância, iniciando um sólido relacionamento quando tinha apenas 17 anos.


Já aposentada, ela conta que ficou quase três décadas com seu marido, que teve um ataque epiléptico e faleceu, aos 47 anos. Keith era gerente de vendas, e eles mantinham um relacionamento estável, por isso nem sequer ela imaginava que uma fatalidade a jogaria novamente no universo dos solteiros.

Janice conta que, ao longo dos anos, saiu com mais de 500 homens e hoje nem sequer se lembra de seus nomes ou rostos, isso porque a maioria deles não passou do primeiro encontro, ou seja, talvez apenas 1% deles tenha chegado a um segundo encontro.

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Direitos autorais: reprodução Instagram/@janicebryant112

Para a aposentada, os motivos para tantos declínios costumam variar: ou eles são “muito baixos”, “muito silenciosos”, “muito enfadonhos”, e a lista segue cheia de objeções. Em cerca de 60 segundos, ela já é capaz de saber se sente atraída pelo pretendente ou não, porque não gosta quando eles são grosseiros, rudes ou “se acham”.


Assim que passou a utilizar plataformas online de encontros, as coisas pioraram, principalmente quando percebeu que eles são muito diferentes das fotos que publicam. São muito acima do peso, muito baixos ou outras coisas que não deixaram claro em seu perfil, mostrando que as imagens que usam são “completamente inúteis”.

Como se já não se sentisse insatisfeita o suficiente com as experiências, um dos pretendentes com quem saiu uma vez era um golpista que tentou roubá-la. Apresentando-se como um ótimo partido, com Ph.D, um bom emprego e uma boa aparência, ela quase foi enganada. Mesmo sendo ingênua, percebeu quando ele inventou uma história de que seu passaporte tinha sido confiscado e ele precisava de dinheiro emprestado.

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Direitos autorais: reprodução Instagram/@janicebryant112

Para Janice, os aplicativos de namoro acabam mostrando a pior face dos homens, que são desrespeitosos, dizem coisas obscenas sem saber ao certo se a outra pessoa gosta, querem impor fetiches e imploram por sexo. As experiências que teve fizeram com que decidisse abandonar os aplicativos até 2022, principalmente porque percebeu que tem uma boa vida sozinha.


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