Comportamento

Mulher pede dicas na internet de como mandar enteado embora de casa, depois que seu pai faleceu

mulher pede dicas na internet de como mandar enteado embora de casa depois que seu pai faleceu

A madrasta não tem uma boa relação com o enteado, por isso buscou ajuda para tirá-lo de casa. Entenda!



O relacionamento entre madrasta/padrasto e enteados é muito particular em cada família. Enquanto muitos se dão bem e possuem vínculos que são até mesmo mais fortes do que com seus parentes biológicos, em outros casos, essas pessoas podem viver em pé de guerra, especialmente se partilharem o mesmo teto.

Em algumas situações particulares, entretanto, a dificuldade de convivência pode acontecer sem que haja um conflito em particular. Essas pessoas são colocadas em situações que as deixam desconfortáveis e se sentem obrigadas a tomar uma atitude para que sua qualidade de vida não seja prejudicada.

Uma madrasta está vivendo um dilema muito particular com o seu enteado e procurou ajuda para descobrir como lidar com a situação. Ela escreveu para Julia Naftulin, uma colunista do Insider, pedindo conselhos sobre como fazer com que seu enteado se mude da casa depois que o marido faleceu.


Segundo seu relato, o jovem de 27 anos se mudou para a casa deles a convite do pai, para que tivesse “um treinamento mais formal para o trabalho”. Porém três meses depois o pai faleceu, e agora ela quer ter a casa somente para si.

A mulher disse que o enteado “não tem planos” de sair da casa, e que teve a chance de morar com um colega de quarto, mas recusou, dizendo que eles “não são compatíveis”.

A madrasta explicou que o jovem não paga aluguel e que só recentemente ela lhe pediu para comprar a própria comida e produtos de higiene pessoal. Segundo ela, a situação financeira do enteado não é tão séria, porque apesar de ter um trabalho que não lhe paga tão bem, ele tem “uma poupança considerável”.

Ela desabafou dizendo que ambos não têm gostos similares e que nunca têm assunto em comum para conversar, afirmando que toda essa situação faz com que se sinta uma estranha na própria casa.


Depois de buscar os conselhos da especialista, a madrasta recebeu como resposta que deveria ser firme em sua posição, mas ao mesmo tempo compassiva, abordando o assunto com cuidado com seu enteado, já que ele também sofre pela perda do pai.

Também foi aconselhada a definir limites na relação ao mesmo tempo em que se mantém aberta e com sensatez.

O que você pensa do posicionamento da madrasta? Acredita que ela está certa?

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Direitos autorais da imagem de capa: Depositphotos.

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