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“Não gosto de brincar com meus filhos, e tudo bem.” Mãe faz relato sincero sobre maternidade

Mulher desabafa sobre os desafios de ser mãe e afirma que reconhecer que não gosta de fazer algo com os filhos é a melhor saída para não surtar. Entenda!



Todos nós sabemos o quanto a maternidade é difícil. As complicações vão além das mudanças físicas. É uma nova jornada que vai mudar a vida para sempre. Não há como voltar a ser quem era. É uma transformação definitiva.

É muito comum as pessoas de fora julgarem a competência de uma mãe. Se o filho faz algo desagradável, se o comportamento não é adequado, automaticamente a culpa recai sobre a mulher. Qualquer atitude que a mãe tome em relação a si mesma pode – e vai – ser interpretada como errada.

É preciso dar voz, lugar de fala para as que sentem isso na pele.

Depoimentos como os de Jehava Brown acabam fazendo as pessoas refletirem sobre o ofício de ser mãe. Ao site Love What Matters, a mulher, que tem três filhos, conta que é exaustiva essa imagem de “mãe perfeita”.

A expectativa que colocam nas mães e em suas atitudes são cansativas, e essa cobrança não vem só de fora. Muitas mulheres se cobram tanto em fazer todas as refeições perfeitas, disciplinar as crianças corretamente, serem habilidosas em trabalhos manuais, realizarem festas de aniversários incríveis, amamentarem, ler todos os dias para os filhos que não vivem, mas vegetam.


Ela conta que, durante anos, tentou passar a imagem desse tipo de mãe. Era recompensador para ela que as pessoas a vissem como uma mulher que tinha os filhos sob controle. Mas ela apenas se cansava a cada dia mais.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@onlygirl4boyz.

Lia sempre para se inteirar e confirmar se suas ações estavam sendo as corretas. Mas, conforme tinha mais filhos, percebia que a fórmula mágica não existe. Nem tudo o que é falado por especialistas vai funcionar com todas as crianças. Não há uma lista para evitar todos os problemas.


Com o tempo, Jehava diz que aprendeu a se reconhecer como boa mãe. Aprendeu a deixar essas cobranças excessivas de lado para aproveitar e viver harmoniosamente, não na exaustão, como estava acontecendo. Não há como buscar a perfeição, é mais fácil buscar a si mesma e aceitar que uma mãe possui forças e fraquezas.

Depois de pensar dessa forma, ela chegou a uma conclusão: não gosta de brincar com seus filhos. Nunca tem vontade. Ama-os e gosta de estar com eles, mas fazer artesanato, por exemplo, não.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@onlygirl4boyz.

Segundo Jehava, não gosta de sentar no chão e brincar com carros, legos ou qualquer outro tipo de jogo. Não se sente confortável com isso e aceitou que não é esse tipo de mãe, isso é exaustivo, e está tudo bem. Não é uma péssima pessoa por isso.

Disse também que não precisa ser essa mãe, pois há coisas na maternidade que mais estressam do que dão prazer. Ao aprender a reconhecer no que é boa e no que não é, ela não tenta mais se transformar numa pessoa diferente.

Gosta de cozinhar e criar receitas, ama os momentos em que pode conversar com seus filhos. Ela relata que é muito boa em deixar seus filhos confortáveis para se abrirem. Faz com que eles se sintam amados, só não gosta de brincar.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@onlygirl4boyz.

Finaliza dizendo que, quando deixamos de dar importância aos julgamentos dos outros, fica muito mais proveitoso e confortável estar na própria pele. Tem de sentir orgulho da mãe que se tornou e deixar o resto ir embora, deixar de lado as expectativas alheias sobre suas atitudes é aceitar de uma vez por todas que você é exatamente a mãe de que seu filho precisa!

O que achou desse depoimento? Concorda com a opinião dessa mãe?

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