Comportamento

“Não me arrependo de minha decisão”: mãe faz relato sincero sobre o motivo de entregar filho para adoção

Mulher resolveu compartilhar sua história para mostrar que mães não deveriam ser julgadas de maneira tão forte pela sociedade, pois existem questões difíceis de lidar. Entenda o caso!



Esse relato foi feito por uma mulher chamada Raegan Pile. Ela engravidou aos 18 anos e tinha acabado de terminar seu namoro. O relacionamento dois durou um ano e após o término e a descoberta da gravidez, ela se viu num beco sem saída.

Contou ao Love What Matters que a relação era composta por altos e baixos. De início, o namorado não reagiu bem ao fato de ser pai e decidiu sair de cena, mas depois de pensar melhor, resolveu voltar e dar o apoio de que precisava.

Ela relata que pensou em abortar, porque estava no último ano do ensino médio e imaginou que sua vida acabaria. Mas decidiu levar a gravidez adiante. Afirmou que é nos momentos mais complicados da vida que se descobre quem são os verdadeiros amigos. E no caso dela, nenhum era. Sua família foi o único ponto de apoio. Inclusive na decisão de entregar seu filho. Os pais de Raegan certificaram de que todo o processo de adoção fosse legalizado.


Ela sentiu a necessidade de explicar que seu bebê não teria a vida que merecia ao seu lado, pois ela viu que não poderia dar a ele oportunidades com que um dia sonhou.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@pilesofadventures.

Com a decisão tomada, começaram a conhecer os possíveis casais. Depois de dois meses procurando, ela sentiu que havia conhecido os pais adotivos perfeitos para seu filho. Quis encontrá-los pessoalmente. Assim que se encontraram, ela sabia que seriam eles. Não precisou fazer nenhuma pergunta. Apenas a emoção do momento tomou conta.

Todo o processo não foi fácil, como muitos podem imaginar. A decisão de entregar um filho para outra família é muito delicada e importante. Não podem ocorrer erros ou voltar atrás.


Os meses foram passando e o casal acompanhou a gestação de Raegan. No momento do parto, estava presente, e isso confortou muito seu coração. Percebeu que não haveria pessoas melhores para cuidar de seu filho, aliás, que ela não poderia mais chamar de seu.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@pilesofadventures.

Após o nascimento, ela foi deixada no quarto, com a criança e a mãe adotiva, mas não queria segurá-lo por muito tempo, com medo de não deixá-lo ir. Naquele momento, não tinha mais opção, pois tudo já estava finalizado. Antes de entregar seu bebê, ela disse o quanto o amava.

A sensação de entregar a criança para a mãe adotiva, chamada Rebekah, fez com que Raegan confirmasse que estava tomando a decisão correta. Ela pôde ver nos olhos da mãe o quanto aquele bebê já era muito amado.


Ver o pai cheio de carinho encheu seu coração de alegria. Comentou que se sentiu orgulhosa de poder dar uma família a seu filho.

Direitos autorais: reprodução Instagram/@pilesofadventures.

Por causa dessa certeza, Raegan diz que não se arrepende de nada. Já se passaram 10 anos e a decisão assertiva sempre é reafirmada, quando se encontra com eles.

Todos os anos ela foi presente, encontravam-se no aniversário da criança. Viu que a vida de seu filho era melhor do que poderia lhe conceder, e isso era suficiente para ficar bem com a situação.


Direitos autorais: reprodução Instagram/@pilesofadventures.

Hoje em dia, ela comemora sete anos ao lado do pai biológico. A união do casal fez com que ela pensasse novamente em ter filhos, e como já estava melhor estabelecida financeiramente e emocionalmente, achou pertinente.

Depois de três abortos espontâneos, puderam enfim ter um bebê. Ela conclui que há 10 anos não estava preparada para ser mãe e que a decisão de entregar o filho foi a melhor que poderia ter tomado.

O que achou deste relato? Concorda com a postura desta mãe?


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